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Um paciente hipertenso de 56 anos é encaminhado a uma emergência com dor precordial, palpitação, dificuldade para deambular e palidez com extremidades frias e pegajosas. Ao exame físico, observa-se pressão arterial (PA) = 70x40mmHg, frequência cardíaca (FC) = 130bpm e ausculta cardíaca revelando bulhas arrítmicas. Restante do exame físico sem alterações significativas. O eletrocardiograma do paciente revela taquiarritmia com ausência de onda P, ritmo irregular e QRS estreito. A conduta a ser tomada nessa situação é:
Paciente em ventilação mecânica invasiva por insuficiência respiratória aguda apresenta melhora clínica, estabilidade hemodinâmica e redução progressiva do suporte ventilatório. Durante a avaliação para início do desmame, um critério que se associa à maior probabilidade de sucesso na transição para respiração espontânea corresponde à(ao):
Paciente admitido na UTI apresenta dor torácica típica, alterações dinâmicas do segmento ST no eletrocardiograma, sem supradesnivelamento e importante elevação de biomarcadores de necrose miocárdica. Após estabilização inicial, a estratégia terapêutica que se associa à redução de eventos isquêmicos recorrentes nesse cenário corresponde a:
Paciente internado em unidade de terapia intensiva (UTI) apresenta injúria renal aguda com indicação de terapia renal substitutiva. De acordo com as recomendações do Kidney Disease: Improving Global Outcomes (KDIGO), a sequência preferencial de sítio de punção para implantação do cateter venoso para diálise corresponde à:
Paciente masculino, 55 anos, com antecedente apenas de diabetes melito, iniciou há 10 dias com coriza, mialgias e febre autolimitada de até 38,1 o C. Obteve melhora discreta dos sintomas iniciais, mas, há 2 dias, iniciou com dispneia aos moderados esforços, que evoluiu para os pequenos esforços, motivo pelo qual buscou atendimento de emergência. Há 2 dias, realizou também teste molecular rápido em swab nasal para vírus influenza em laboratório externo, com resultado positivo para influenza A. Ao exame, se apresenta lúcido, comunicativo e colaborativo, negando dispneia em repouso, com pressão arterial de 124/78 mmHg; frequência cardíaca de 88bpm; temperatura axilar de 36,7 oC; frequência respiratória de 28 irpm; e saturação de oxigênio de 79% em ar ambiente, sem tiragens e sem uso de musculatura respiratória acessória. A ausculta cardíaca não tem alterações significativas, e a ausculta pulmonar apresenta estertores finos bilaterais.
Após oferta de oxigênio sob máscara com reservatório a 10 L/min, o paciente passou a apresentar saturação de oxigênio de 94% e frequência respiratória de 24 irpm, mantendo sem tiragens e sem uso de musculatura respiratória acessória. A gasometria arterial inicial após a instalação da máscara de O2 mostra os seguintes parâmetros: pH = 7,44; PaCO2 = 34 mmHg; PaO2 = 74 mmHg; Saturação de O2 = 95%; e Bicarbonato = 22 mMol/L.
O paciente foi internado, iniciando tratamento com oseltamivir, cobertura antibiótica empírica para pneumonia adquirida na comunidade e coriticoterapia com hidrocortisona, permanecendo monitorado com oferta de oxigênio sob máscara de reservatório.
No dia seguinte, pela manhã, o paciente persistia com bom estado neurológico, negando dispneia em repouso, com frequência respiratória de 28 irpm, saturação de oxigênio 93% com máscara com reservatório de O2 a 15 L/min, sem tiragens ou uso de musculatura respiratória acessória. A nova gasometria arterial mostrava os seguintes parâmetros: pH = 7,38; PaCO2 = 37 mmHg; PaO2 = 70 mmHg; Saturação de O2 = 92%; e Bicarbonato = 23 mMol/L.
Considerando os métodos disponíveis para oferta de oxigênio suplementar e de suporte ventilatório, assinale a alternativa correta.