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Um homem de 63 anos é levado ao pronto-socorro com queixa de dispneia progressiva, piora importante nas últimas 48 horas e sensação de “fraqueza extrema”. Nega dor torácica típica. Histórico de neoplasia pulmonar avançada em tratamento paliativo. Ao exame físico: PA: 84/56 mmHg, FC: 128 bpm, FR: 30 irpm, SpO?: 94% em ar ambiente, turgência jugular importante em repouso, bulhas cardíacas hipofonéticas, extremidades frias e sudoreicas. Observa-se queda da pressão sistólica de 13 mmHg durante a inspiração espontânea. Eletrocardiograma: baixa voltagem difusa e discreta alternância do complexo QRS. Ecografia à beira-leito demonstra coleção líquida ao redor do coração associada a colabamento diastólico intermitente de câmaras direitas. Considerando-se as evidências atuais sobre a fisiopatologia e o diagnóstico por imagem dessas condições, marque a alternativa correta.
Um homem de 45 anos é admitido após atropelamento. Na avaliação inicial: FC: 122 bpm, PAS: 88 mmHg, FR: 26 irpm, Lactato: 6,0 mmol/L, Temperatura: 35,2°C e FAST, (Focused Assessment with Sonography for Trauma), positivo para líquido livre abdominal. Durante a abordagem, são iniciadas medidas de ressuscitação com hemocomponentes e controle de via aérea. Após 30 minutos, o paciente mantém instabilidade hemodinâmica e evolui com sangramento difuso em acessos venosos e sítios de punção. Considerando-se as evidências atuais do manejo do choque hemorrágico, marque a alternativa correta.
Um homem de 34 anos é admitido no pronto-socorro após acidente automobilístico de alta energia. Na avaliação inicial: FC: 108 bpm; PAS: 110 mmHg; Saturação: 98% em ar ambiente; Glasgow: 15. Sem sinais evidentes de sangramento externo. Após 20 minutos, mantém-se consciente, porém, com discreta palidez cutânea. Novo conjunto de sinais vitais: FC: 112 bpm e PAS: 108 mmHg. É calculado o Shock Index, (SI = FC/PAS). Com base nas evidências atuais sobre o uso do Shock Index na identificação precoce de choque hipovolêmico, aponte a alternativa correta.
Uma mulher de 30 anos, gestante de 35 semanas, previamente hígida, é admitida no departamento de emergência, após episódio súbito de dispneia intensa seguido de colapso circulatório. Ao exame inicial, apresenta-se inconsciente, sem movimentos respiratórios espontâneos e sem pulso palpável em grandes artérias. O monitor cardíaco demonstra atividade elétrica organizada sem débito circulatório detectável. São iniciadas, imediatamente, compressões torácicas de alta qualidade, ventilação com dispositivo bolsa-válvula-máscara, deslocamento manual uterino para a esquerda e administração de Adrenalina conforme protocolo. Durante o atendimento, observa-se que a altura uterina encontra-se, claramente, acima da cicatriz umbilical. Após breve reavaliação do cenário, a equipe assistente considera baixa probabilidade de reversão imediata da causa da parada cardiorrespiratória. À luz das recomendações atuais de suporte avançado de vida cardiovascular, qual é a conduta mais apropriada?
Um homem de 64 anos, com histórico de insuficiência cardíaca e doença renal crônica, sofre colapso súbito durante internação hospitalar. A equipe de resposta rápida inicia atendimento imediatamente. Na avaliação: paciente inconsciente, sem responsividade; ausência de pulso carotídeo. Monitor cardíaco demonstra ritmo organizado com complexos QRS largos a 40 bpm. Não há pulso palpável correspondente ao ritmo no monitor. Após confirmação do ritmo, qual é a conduta mais adequada?