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O procedimento de desmame da ventilação mecânica em paciente que foi intubado por insuficiência respiratória e que evoluiu com melhora, requer cuidado para não haver falha na extubação. Por isso há vários critérios já definidos para sua realização.
Com base nesses critérios, assinale a alternativa que apresenta um paciente em condição para extubação.
Na avaliação de um paciente em coma, é correto afirmar:
Paciente do sexo masculino, 40 anos, procura o pronto-socorro com queixa de dificuldade para falar e engolir. Tem diagnóstico de miastenia gravis, há 3 anos, com anticorpo antirreceptor de acetilcolina positivo, faz uso de azatioprina, 150 mg/dia, e piridostigmina, 40 mg/3 vezes ao dia. Ele refere que, há mais um mês, está com piora dos sintomas da doença, com fadiga, dificuldade para elevar os membros superiores, fraqueza do pescoço e, nos últimos dias, está com dificuldade de comer, ingerir líquidos e falar. Negou sintomas infecciosos ou uso de outras medicações. Ao exame, apresenta força muscular grau 4 em membros, fraqueza marcada para extensão do pescoço, fraqueza facial e elevação reduzida do palato. Conseguiu contar até 7 numa única inspiração. As medidas de pressão inspiratória e expiratória foram de 15 e 20 cm de H2 O, respectivamente.
Frente ao caso clínico apresentado, qual é a conduta indicada para esse paciente? 
Paciente adulto é admitido no departamento de emergência após o retorno da circulação espontânea (RCE) decorrente de uma parada cardiorrespiratória (PCR) revertida com sucesso em ambiente extra-hospitalar. Ao chegar no pronto-socorro, a equipe médica inicia os protocolos de estabilização hemodinâmica, respiratória e metabólica, conforme as evidências científicas atuais.
Nesse cenário, é correto afirmar que a
Homem de 65 anos encontra-se internado na UTI devido a choque séptico de foco pulmonar, em ventilação mecânica invasiva, sedação com propofol, analgesia com fentanil e uso de noradrenalina contínua. Durante troca de bomba de infusão, programou-se equivocadamente a noradrenalina em dose 10 vezes superior à prescrita. A infusão permaneceu conectada ao paciente por aproximadamente 2 minutos, quando outro profissional identificou o erro. O paciente apresentou aumento da pressão arterial para 185 × 100 mmHg, sem intercorrências. Após correção da bomba, evoluiu sem repercussões adicionais.

De acordo com a Classificação Internacional de Segurança do Paciente da Organização Mundial da Saúde, o evento descrito é classificado como