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Um homem de 30 anos é admitido na UTI após sofrer um TCE.
Mesmo com estimulação dolorosa, ele permanece de olhos
fechados, sem emitir sons nem apresentar movimentos. É
entubado e colocado em respirador, mantendo-se a estabilidade
hemodinâmica.
Após cinco dias, decide-se avaliar a possibilidade de morte
encefálica.
Os seguintes parâmetros indicam a confirmação desse diagnóstico:
Os seguintes parâmetros indicam a confirmação desse diagnóstico:
Paciente vítima de traumatismo cranioencefálico é admitido no
Hospital as 22:00h, já intubado e com acesso venoso periférico. É
acoplado ao ventilador mecânico e levado a UTI. O exame
neurológico inicial evidenciou sinais vitais normais, Escala de
Coma de Glasgow de 3, reflexos profundos presentes, pupilas
midriáticas sem resposta a luz e ausência de reflexo córneopalpebral.
Para a abertura do protocolo de morte encefálica, nesse caso, é necessário
Para a abertura do protocolo de morte encefálica, nesse caso, é necessário
Um homem de 22 anos, vítima de agressão física, é levado ao
serviço de emergência apresentando hematoma periorbitário à
esquerda. Ao exame neurológico, em resposta a estímulos
dolorosos, não abre os olhos, apresenta retirada inespecífica dos
membros e não emite resposta verbal. As pupilas são
anisocóricas, com midríase fixa à esquerda. A pressão arterial é
de 100 x 70 mmHg, e a saturação de oxigênio é de 95%.
Na Escala de Coma de Glasgow com avaliação pupilar, a pontuação desse paciente é
Na Escala de Coma de Glasgow com avaliação pupilar, a pontuação desse paciente é
Paciente vítima de traumatismo cranioencefálico é admitido no
Hospital as 22:00h, já intubado e com acesso venoso periférico. É
acoplado ao ventilador mecânico e levado a UTI. O exame
neurológico inicial evidenciou sinais vitais normais, Escala de
Coma de Glasgow de 3, reflexos profundos presentes, pupilas
midriáticas sem resposta a luz e ausência de reflexo córneopalpebral.
Para a abertura do protocolo de morte encefálica, nesse caso, é necessário
Para a abertura do protocolo de morte encefálica, nesse caso, é necessário
Lactente, 8 meses, internado na Unidade de Terapia Intensiva
Pediátrica de um hospital universitário há 14 dias, evolui com
choque séptico refratário, disfunção de múltiplos órgãos e sinais
clínicos e eletroencefalográficos de morte encefálica. Ele está
acompanhado por sua mãe. O intensivista responsável conversa
com os internos e residentes sobre o desfecho.
Considerando o quadro e a importância da comunicação à família, a forma que o médico intensivista responsável deve adotar durante o processo, dentre as opções abaixo, é:
Considerando o quadro e a importância da comunicação à família, a forma que o médico intensivista responsável deve adotar durante o processo, dentre as opções abaixo, é: