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Uma puérpera de 30 anos, no segundo dia após parto cesáreo por placenta prévia, evolui com mal-estar, dispneia e sonolência. Ao exame físico, apresenta frequência respiratória de 32 irpm, frequência cardíaca de 128 bpm, pressão arterial de 84 × 50 mmHg, temperatura de 38,9 °C e saturação de oxigênio de 92% em ar ambiente.
A instituição utiliza o Modified Early Obstetric Warning Score (MEOWS) (Escore Obstétrico Modificado de Alerta Precoce) para monitorização clínica de gestantes e puérperas.
Com base nos achados clínicos e na finalidade desse escore, a conduta mais adequada é
Uma puérpera de 32 anos, no 4º dia após cesariana realizada por trabalho de parto prolongado e rotura de membranas por 20 horas, procura o pronto-socorro com febre, dor abdominal intensa e prostração. Ao exame físico, apresenta temperatura de 39,2 °C, frequência cardíaca de 128 bpm, frequência respiratória de 30 irpm, pressão arterial de 84 × 52 mmHg e saturação de oxigênio de 95% em ar ambiente. Encontra-se sonolenta, respondendo lentamente às perguntas. O útero está doloroso à palpação e os lóquios apresentam odor fétido.
A conduta mais adequada para ela é
Paciente de 40 anos, internado com quadro de síndrome do desconforto agudo (SDRA) grave devido a uma pancreatite aguda, está em ventilação mecânica invasiva no modo pressão controlada (PCV). Peso estimado de 60kg.
Os parâmetros ajustados são: Pressão de suporte/controle acima do PEEP de 18 cm H2O, PEEP de 14 cmH2O e FiO2 de 70%. O volume corrente medido é de 480mL. A pressão de platô gerada equivale a 32 cmH2O.
Pensando em uma ventilação protetora para minimizar a lesão pulmonar induzida pelo ventilador, o seguinte ajuste deve ser feito imediatamente: 
Paciente, 72 anos, com insuficiência cardíaca, apresenta quadro de edema agudo de pulmão com insuficiência respiratória. Sudoreico, FR 32 ipm, PA 170 x 100 mmHg, e estertores crepitantes difusos até os ápices bilateralmente. Usando máscara de O2 a 10L/min, apresenta os seguintes resultados na gasometria arterial: pH: 7,32; PaCO2: 48 mmHg; PaO2: 54 mmHg.
Para ofertar o maior benefício fisiopatológico na redução de pré e de pós-carga cardíaca, e também melhorar a complacência pulmonar, a seguinte modalidade de ventilação não invasiva (VNI) deve ser escolhida: 
Homem de 67 anos, hipertenso, é admitido no pronto atendimento com febre, tosse produtiva e dispneia há três dias. Encontra-se confuso, com temperatura de 38,7 oC, frequência cardíaca de 118 bpm, frequência respiratória de 30 irpm, pressão arterial de 82/48 mmHg e saturação periférica de oxigênio de 91% em ar ambiente. A radiografia de tórax evidencia consolidação no lobo inferior direito. Exames laboratoriais mostram leucócitos de 18.400/mm³, creatinina de 2,0 mg/dL, sendo basal de 0,9 mg/dL, e lactato de 4,8 mmol/L.
Após coleta de culturas e início de antibioticoterapia, recebe solução cristaloide em volume total de 30 mL/kg. Na reavaliação, permanece com pressão arterial de 84/50 mmHg, frequência cardíaca de 112 bpm e lactato de 4,3 mmol/L. O tempo de enchimento capilar é de 5 segundos. A elevação passiva dos membros inferiores não produz aumento significativo do volume sistólico avaliado por ecocardiografia à beira-leito. Não há sinais de congestão pulmonar.
Nesse momento, a conduta mais apropriada é