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Paciente, 72 anos, com insuficiência cardíaca, apresenta quadro de edema agudo de pulmão com insuficiência respiratória. Sudoreico, FR 32 ipm, PA 170 x 100 mmHg, e estertores crepitantes difusos até os ápices bilateralmente. Usando máscara de O2 a 10L/min, apresenta os seguintes resultados na gasometria arterial: pH: 7,32; PaCO2: 48 mmHg; PaO2: 54 mmHg. Para ofertar o maior benefício fisiopatológico na redução de pré e de pós-carga cardíaca, e também melhorar a complacência pulmonar, a seguinte modalidade de ventilação não invasiva (VNI) deve ser escolhida:
Um homem de 58 anos, internado em ventilação mecânica por traumatismo cranioencefálico, foi submetido à traqueostomia há 12 dias. Após um pequeno sangramento autolimitado pela cânula, evoluiu seis horas depois com hemorragia maciça pela traqueostomia, associada à hipotensão arterial e taquicardia. A equipe inicia reposição volêmica e aciona imediatamente o cirurgião torácico.

A conduta imediata mais apropriada para controlar temporariamente a hemorragia é 
Durante o planejamento de uma ressecção traqueal por estenose benigna do terço médio da traqueia, a equipe cirúrgica discute a estratégia ventilatória para o período de reconstrução da via aérea.

Nesse contexto, as estratégias ventilatórias atualmente recomendadas recomendam
Um homem de 61 anos procura o serviço de emergência com dispneia intensa, estridor inspiratório e saturação de oxigênio de 88% em ar ambiente. A tomografia computadorizada evidencia massa intraluminal localizada a 2 cm da carina, reduzindo aproximadamente 90% da luz traqueal.
Diante desse quadro, a conduta inicial mais adequada é 
Um paciente de 40 anos, vítima de trauma penetrante (arma branca) no hemitórax esquerdo (frente), desenvolve rapidamente turgência jugular, abafamento de bulhas cardíacas e hipotensão arterial. O eletrocardiograma mostra baixa voltagem. A radiografia de tórax não mostra pneumotórax evidente.

A conduta imediata mais apropriada é