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Uma mulher de 33 anos, vítima de traumatismo cranioencefálico grave após acidente automobilístico, é transportada para o hospital por ambulância do corpo de bombeiros. Na admissão, apresenta Glasgow 7, pupilas isocóricas e fotorreagentes. A tomografia de crânio demonstra hematoma subdural agudo volumoso, edema cerebral difuso e desvio da linha média. Após estabilização inicial, evolui com hipertensão arterial, bradicardia e alteração pupilar progressiva com piora neurológica rapidamente progressiva.
A conduta imediata mais adequada é  

Um homem de 63 anos, internado por hemorragia digestiva alta com grande perda sanguínea, recebe uma unidade de concentrado de hemácias. Dez minutos após o início da transfusão, apresenta febre, calafrios intensos, dor lombar, náuseas, dispneia e sensação de morte iminente. Evolui com hipotensão e urina de coloração escura.


A conduta imediata mais adequada é 

Um homem de 70 anos, tabagista inveterado de longa data e com diagnóstico de DPOC procura serviço de emergência devido à piora da dispneia, aumento do volume de expectoração, além de aparecimento de purulência no escarro, um quadro iniciado há 4 dias.


Ao exame: dispneico, lúcido e orientado. Normotenso FR-30 irpm, Saturação de oxigênio 83 % em ar ambiente. Gasometria arterial: pH 7,28, PaCO2: 68 mmHg e PaO2: 53 mmHg. Após oxigenoterapia, a dispneia persiste junto com a acidose respiratória.


A conduta mais adequada é  

Homem, de 62 anos, com hipertensão arterial em uso apenas de enalapril, evoluiu com um infarto agudo do miocárdio da parede anterior com supradesnivelamento do segmento ST, sendo tratado com trombólise com um delta T de quatro horas. Evoluiu com critérios de reperfusão e em Killip II. Cerca de 6 horas após o término da trombólise, apresentou palpitação, com dor torácica e dispneia, mas sem perda da consciência. O monitor registrou o traçado abaixo.  

Imagem associada para resolução da questão

Neste momento, a conduta imediata mais adequada é:

Em 2026, novas diretrizes internacionais para o manejo de pacientes com tromboembolismo pulmonar foram publicadas. Uma das principais atualizações envolveu a estratificação de risco, permitindo uma avaliação mais refinada dos pacientes anteriormente classificados apenas como de risco intermediário.

Nesse cenário, em pacientes ainda sem hipotensão arterial persistente, assinale a opção que não apresenta um achado de má perfusão tecidual que poderia configurar a presença de choque normotensivo.