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Durante o planejamento de uma ressecção traqueal por estenose benigna do terço médio da traqueia, a equipe cirúrgica discute a estratégia ventilatória para o período de reconstrução da via aérea. Nesse contexto, as estratégias ventilatórias atualmente recomendadas recomendam 
Um homem de 61 anos procura o serviço de emergência com dispneia intensa, estridor inspiratório e saturação de oxigênio de 88% em ar ambiente. A tomografia computadorizada evidencia massa intraluminal localizada a 2 cm da carina, reduzindo aproximadamente 90% da luz traqueal. Diante desse quadro, a conduta inicial mais adequada é  
Você faz parte de uma equipe cirúrgica que vai colher órgãos de um paciente de 32 anos, que evoluiu para morte encefálica após traumatismo cranioencefálico grave. Após autorização familiar, inicia-se o protocolo de captação de múltiplos órgãos. Sua equipe discute as medidas fundamentais para preservar a viabilidade dos enxertos entre a retirada e o implante. Com base nos princípios da preservação de órgãos para transplante, a conduta mais adequada será  
Em 2026, novas diretrizes internacionais para o manejo de pacientes com tromboembolismo pulmonar foram publicadas. Uma das principais atualizações envolveu a estratificação de risco, permitindo uma avaliação mais refinada dos pacientes anteriormente classificados apenas como de risco intermediário.
Nesse cenário, em pacientes ainda sem hipotensão arterial persistente, assinale a opção que não apresenta um achado de má perfusão tecidual que poderia configurar a presença de choque normotensivo.
Homem de 68 anos, com hipertensão e diabetes, é internado por pneumonia comunitária grave. Após receber 30 mL/kg de cristaloide balanceado, permanece com pressão arterial de 78 por 46 mmHg, frequência cardíaca de 118 bpm, lactato de 5,2 mmol/L e débito urinário de 0,2 mL/kg/h. Noradrenalina em dose crescente, atualmente a 0,28 micrograma/kg/min, mantém pressão arterial média de 67 mmHg. A ultrassonografia à beira leito mostra ventrículo esquerdo hiperdinâmico, ventrículo direito sem dilatação, ausência de derrame pericárdico e linhas B esparsas. A elevação passiva das pernas aumenta o VTI da via de saída do ventrículo esquerdo em apenas 4%, afastando responsividade a volume. Não há evidência de disfunção miocárdica ou de baixo débito cardíaco.

Considerando o choque séptico vasoplégico persistente, a próxima conduta mais apropriada é