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 Paciente com 56 anos, com DPOC, HAS e cardiopatia isquêmica, chega à emergência com falta de ar. Ao exame, está com satO2 88% em aa, com sibilos expiratórios difusos, FR 28 mpm, PA 170 x 80 mmHg e FC 110 bpm. A ecografia à beira do leito mostra linhas B bilateralmente, sem derrame pleural ou pericárdico. Qual a melhor conduta a seguir? 
Uma paciente de 75 anos é levada à emergência por rebaixamento de sensório, apresentando sódio sérico de 103. Durante a avaliação, ela apresenta crise convulsiva tônico-clônica generalizada. Qual a melhor conduta a seguir?
Um dos cuidados encontrados em unidades de terapia intensiva são o uso de ventiladores mecânicos (VM) como estratégia de promover as trocas gasosas e aliviar o trabalho da musculatura respiratório. Contudo, algumas implicações perpassam por essa temática. Quanto a essas implicações, é correto afirmar:
A monitorização constante é parte fundamental da abordagem ao paciente crítico. A Hipofosfatemia é um achado laboratorial frequente e pode estar relacionada a:

I. Sepse. II. Síndrome da realimentação. III. Uso de diuréticos. IV. Métodos dialíticos contínuos. V. Alcalose.
Estão corretos 
Paciente de 42 anos vítima de acidente automobilístico trazida ao pronto socorro pelo SAMU, durante o exame inicial apresentava-se consciente, porém com respiração ruidosa, com grande deformidade na face, presença de sangue e secreção na orofaringe, FR=35 rpm, GLASGOW = 13, SAT O2 89%, foi colocado máscara facial com oxigênio 12 L/MIN, o médico fez elevação do mento, aspiração da orofaringe porem SAT O2 manteve-se em 89%, o próximo passo é