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Considere as seguintes assertivas sobre o atendimento de uma parada cardiorrespiratória (PCR):
I. Ao identificarmos a presença de taquicardia ventricular, ao monitor, em um paciente sem pulso central palpável, é recomendado manter as compressões torácicas por 2 minutos e, após, realizar a desfibrilação ventricular.
II. A fração de compressão torácica de 70% não indica uma reanimação cardiopulmonar de alta qualidade.
III. A lidocaína pode ser utilizada na fibrilação ventricular refratária na dose inicial de 1 a 1,5 mg/kg em bolus endovenoso.
Quais estão corretas?
O choque ___________ ocorre por um bloqueio mecânico do fluxo sanguíneo na circulação pulmonar ou na sistêmica, diminuindo o retorno venoso, promovendo um inadequado preenchimento ventricular e reduzindo o débito cardíaco.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima. 
Paciente feminina, de 45 anos, foi trazida à Emergência por febre alta, calafrios, dor lombar e sintomas urinários. O exame comum de urina revelou piúria e bacteriúria. Foi diagnosticada com pielonefrite aguda, tendo sido iniciada terapia antibiótica intravenosa. Após 24 horas na Sala de Emergência, a paciente evoluiu com sonolência, hipotensão e oligúria. O resultado da gasometria arterial mostrou nível de lactato de 2 mmol/l (valor de referência: 0,5-1,6 mmol/l). Com base no quadro, assinale a assertiva correta.
Paciente de 40 anos, com 32 semanas de gestação (história de 3 partos por via vaginal), chegou à Emergência Obstétrica queixando-se de sangramento iniciado subitamente. Ao exame físico, os batimentos cardiofetais eram de 160 bpm, e a dinâmica uterina estava ausente. O exame especular comprovou presença de sangue escuro em pequena quantidade (material coletado na vagina) e colo sem evidência de dilatação. A ultrassonografia identificou placenta inserida no segmento uterino inferior, com a borda distando 1,8 cm do orifício cervical interno, e cordão umbilical de inserção central na placenta. Enquanto era realizada cardiotocografia (com padrão cardíaco fetal não reativo), a paciente iniciou com dor abdominal, hipertonia uterina e sangramento vaginal intenso, além de taquicardia, taquipneia e sudorese. O toque vaginal mostrava 2,0 cm de dilatação. Quais os diagnósticos mais prováveis e qual a conduta mais adequada no momento?
Menino de 9 meses, com 8 kg, esteve internado por 24 horas na UPA por vômitos, distensão abdominal e fezes sanguinolentas. Ultrassonografia e radiografia de abdômen confirmaram invaginação intestinal. Foi transferido para um hospital terciário para realização de laparotomia, encontrando-se, à chegada, pálido, prostrado, hipoativo, febril (38º C), com frequência cardíaca de 160 bpm, olhos enco- vados, pulsos finos e enchimento capilar > 3 se- gundos. O abdômen estava muito distendido, com a sonda nasogástrica drenando secreção borrácea. Além de coletar amostras para culturas e iniciar o uso de antibióticos de amplo espectro, qual a con- duta mais adequada e recomendada pelo Consen- so de Sepse 2020?