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A utilização de vasopressores é fundamental no manejo
do choque séptico refratário à reposição volêmica
adequada. A escolha do agente vasoativo inicial e das
terapias de resgate baseia-se na fisiopatologia da
vasodilatação e na necessidade de manter a perfusão
tecidual. A Norepinefrina é recomendada como
vasopressor de primeira linha. Em situações de choque
refratário, onde doses crescentes de norepinefrina são
necessárias para manter a Pressão Arterial Média (PAM)
alvo, a adição de um segundo agente com mecanismo
de ação distinto é indicada para poupar catecolaminas e
restaurar o tônus vascular. Considerando as
recomendações atuais para o uso de vasopressores no
choque séptico refratário, assinale a alternativa correta.
A monitorização da perfusão tecidual e a avaliação da
resposta à ressuscitação no choque circulatório vão além
da normalização da pressão arterial. O lactato sérico é
um biomarcador tradicional, mas a Saturação Venosa
Central de Oxigênio (SvcO2), coletada através de um
cateter venoso central na veia cava superior, oferece
informações dinâmicas sobre o balanço entre oferta e
consumo de oxigênio global. Em um paciente em choque
séptico, a interpretação de uma SvcO2 baixa (< 70%)
após a estabilização da pressão arterial média e da
saturação arterial de oxigênio indica uma alteração
hemodinâmica persistente. À luz da interpretação da
saturação venosa central de oxigênio (SvcO?) no
contexto do choque séptico, assinale a alternativa
correta.
Um paciente vítima de acidente automobilístico dá
entrada na emergência hipotenso (PA 70/40 mmHg),
com pele quente e seca, bradicárdico (FC 50 bpm) e sem
resposta motora nos membros inferiores. A reposição
volêmica inicial não elevou a pressão arterial
significativamente. O padrão hemodinâmico descrito e a
droga vasoativa de primeira linha para o manejo desta
condição, após a otimização volêmica, são:
O pneumoperitônio com dióxido de carbono (CO2) é
essencial para a cirurgia laparoscópica, mas causa
alterações fisiológicas sistêmicas. Em um paciente idoso
com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC)
grave, a insuflação abdominal com pressão
intra-abdominal de 15 mmHg pode precipitar
descompensação respiratória. O mecanismo
fisiopatológico principal e a alteração gasométrica
esperada são:
A reanimação de controle de danos (Damage Control
Resuscitation) preconiza estratégias específicas para
evitar a tríade letal no trauma grave. Analise as
afirmativas a seguir sobre os protocolos atuais de
transfusão maciça e reanimação:
I.A transfusão maciça deve almejar uma proporção de 1:1:1 entre concentrado de hemácias, plasma fresco congelado e plaquetas, mimetizando o sangue total para prevenir coagulopatia dilucional.
II.A hipotensão permissiva (alvo de PAS 80-90 mmHg) é indicada em traumas penetrantes sem lesão cerebral traumática (TCE), para minimizar o rompimento de coágulos formados até o controle cirúrgico da hemorragia.
III.O uso de ácido tranexâmico deve ser iniciado preferencialmente nas primeiras 3 horas após o trauma, na dose de 1g em 10 minutos seguido de 1g em 8 horas, conforme estudo CRASH-2.
Está correto o que se afirma em:
I.A transfusão maciça deve almejar uma proporção de 1:1:1 entre concentrado de hemácias, plasma fresco congelado e plaquetas, mimetizando o sangue total para prevenir coagulopatia dilucional.
II.A hipotensão permissiva (alvo de PAS 80-90 mmHg) é indicada em traumas penetrantes sem lesão cerebral traumática (TCE), para minimizar o rompimento de coágulos formados até o controle cirúrgico da hemorragia.
III.O uso de ácido tranexâmico deve ser iniciado preferencialmente nas primeiras 3 horas após o trauma, na dose de 1g em 10 minutos seguido de 1g em 8 horas, conforme estudo CRASH-2.
Está correto o que se afirma em: