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Um recém-nascido (RN) de 39 semanas de idade gestacional, sem fatores de risco antenatais conhecidos, nasce de parto vaginal. Imediatamente após o nascimento, o RN apresenta-se flácido, sem choro e em apneia. A equipe de reanimação da sala de parto o posiciona sob fonte de calor radiante, procede à secagem vigorosa (estímulo tátil) e aspira rapidamente a boca e narinas devido ao excesso de secreções. Após a execução desses passos iniciais (que duraram aproximadamente 30 segundos), a avaliação do RN mostra que ele não iniciou respiração espontânea e a Frequência Cardíaca (FC) auscultada é de 60 batimentos por minuto (bpm). De acordo com o Fluxograma da Reanimação Neonatal da SBP de 2022 para RN ? 34 semanas, qual é a conduta imediata correta a ser iniciada neste momento (tempo de vida aproximado de 30-40 segundos) e o objetivo primário dessa intervenção?
Durante um atendimento ambulatorial, uma criança de 4 anos de idade entra subitamente em colapso. O único profissional de saúde presente na sala é o pediatra. Após gritar por ajuda e ativar o sistema de resposta a emergências, o médico realiza uma avaliação inicial rápida (dentro de 10 segundos) e constata que a criança não está respondendo, não apresenta respiração normal (apenas ofegante) e está sem pulso. De acordo com as diretrizes da American Heart Association/PALS 2020, qual é a conduta imediata a ser iniciada e a relação ventilação: compressão adequada para o socorrista único?
Paciente de 52 anos, em ventilação mecânica após intubação por estado de mal asmático, apresenta súbita hipotensão. Ventilador mostra aumento progressivo das pressões, e a curva de fluxo expiratório não retorna à linha de base antes do próximo ciclo. Ausculta revela sibilos difusos bilateralmente.

Qual intervenção é mais apropriada?
Homem de 65 anos apresenta parada cardiorrespiratória presenciada no DE. Ritmo inicial: fibrilação ventricular. Após desfibrilação e dois minutos de RCP, persiste em FV. Após nova desfibrilação, permanece em ritmo chocável.
Considerando o algoritmo de PCR em adulto, a conduta farmacológica apropriada inclui:
Mulher de 67 anos é admitida após parada cardiorrespiratória extra-hospitalar. Apesar das medidas avançadas de ressuscitação, ocorre óbito. O filho aguarda informações e pergunta repetidamente se a mãe vai ficar bem.

Qual abordagem é mais apropriada para comunicação do óbito?