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A variação da pressão de pulso (VPP), que quantifica as mudanças na pressão de pulso arterial durante a ventilação mecânica, é uma das variáveis dinâmicas que podem prever a responsividade ao volume de líquidos. Em qual dos seguintes pacientes ventilados a VPP pode prever, de maneira mais confiável, a responsividade à infusão de fluidos?
Homem de 55 anos com histórico de diabetes mellitus e hipertensão arterial é internado na UTI devido a cetoacidose diabética. Recentemente, ele não tem tido boa aderência ao tratamento. A pressão arterial à admissão é 230 x 140 mmHg (semelhante nos 2 membros) e a frequência cardíaca de 75 bpm. O exame neurológico é normal. Cerca de 40 mg de labetalol intravenoso é administrado, com redução da pressão arterial sistólica para 190 mmHg. Constitui a próxima melhor etapa no manejo do quadro descrito:
Homem de 54 anos, com histórico de tabagismo e alto consumo de álcool, é intubado devido a broncoespasmo grave. As necessidades de oxigênio continuaram a aumentar, e as radiografias de tórax demonstraram infiltrados pulmonares bilaterais progressivos, compatíveis com o diagnóstico de síndrome do desconforto respiratório agudo (ARDS). Ele necessita de vasopressores e de fração inspirada de oxigênio de 80%, estando em uso de piperacilina/tazobactam. Ele evolui com necessidade de substituição renal devido à injúria renal aguda e com altos valores das aspirações gástricas pela sonda, atribuídas à necessidade de bloqueio neuromuscular. Em seguida, nas culturas de linha central e de sangue crescem Ruminococcus. Nesse paciente, qual deve ser a próxima conduta? 
Um paciente com diagnóstico de cirrose alcoólica e ascite é admitido após um episódio de sangramento gastrointestinal agudo. Ele é tratado com terlipressina e realiza a ligadura endoscópica das varizes esofágicas. Nos dois dias seguintes, a creatinina sérica passa de 0,77 mg/dL para 1,97 mg/dL, apesar da ressuscitação volêmica adequada. Não há sinais de sangramento ativo. A conduta mais apropriada é: 
Mulher de 69 anos com histórico de hipertensão, hiperlipidemia e doença arterial coronariana está internada há 2 dias após ficar inconsciente repentinamente em casa. Ela recebeu ressuscitação cardiopulmonar (RCP) pela família por 10 minutos, antes da chegada do pré-hospitalar, que encontrou a paciente com fibrilação ventricular, sendo desfibrilada três vezes, com retorno da circulação espontânea após 15 min de RCP. Na UTI, foi realizada redução de temperatura (hipotermia controlada) e agora está sendo reaquecida a 36 ºC; sua temperatura atual é de 35,5 ºC. A tomografia mostra perda difusa da diferenciação entre substância cinza e branca. Exame físico: pupilas reativas, mas sem outros reflexos do tronco encefálico e sem respostas motoras a estímulos dolorosos. Os medicamentos incluem fentanila e propofol. O eletroencefalograma é consistente com atraso generalizado difuso no padrão de fundo. Sua família está preocupada e pergunta se o paciente vai “acordar”. Em relação ao prognóstico neurológico, constitui a afirmação correta nesse cenário: