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244 Questões de concurso encontradas
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Marina,68 anos, portadora de carcinoma de pulmão metastático, encontra-se em seguimento pela equipe de Saúde da Família. Nos últimos meses, apresentou piora progressiva da dispneia e inapetência, permanecendo grande parte do tempo acamada. A filha, cuidadora principal, relata dificuldade para lidar com a angústia diante do sofrimento da mãe e pergunta sobre a possibilidade de iniciar oxigenoterapia contínua “para aliviar o sofrimento e prolongar a vida”. Ao exame, Marina encontra-se consciente, hipocorada, hidratada, FR = 24 irpm, saturação de O₂ = 93% em ar ambiente. Ausculta pulmonar: murmúrio vesicular diminuído difusamente. Não há sinais de insuficiência respiratória aguda.
Com base nos princípios do cuidado paliativo domiciliar, qual a conduta mais adequada?
Com base nos princípios do cuidado paliativo domiciliar, qual a conduta mais adequada?
A equipe de Atenção Primária à Saúde acompanha a família Lima, residente em uma comunidade com baixa adesão a exames preventivos, vulnerabilidade socioeconômica e barreiras de acesso a serviços de saúde.
A família é composta por:
• Mãe (42 anos): hipertensa e com histórico familiar de câncer de mama (tia materna diagnosticada aos 45 anos);
• Filha adolescente (16 anos): sem fatores de risco significativos;
• Avó (67 anos): sobrevivente de câncer de mama tratado há 10 anos;
• Tia (38 anos): obesa e tabagista.
Durante visitas domiciliares e consultas de rotina, a equipe identifica:
• Dificuldades de adesão a exames de rastreamento por medo, desinformação e distância do serviço;
• Necessidade de educação em saúde adaptada e participativa;
• Desejo da família de participar ativamente das decisões sobre prevenção e cuidados.
Considerando MCCP, abordagem familiar, EPS, coordenação multiprofissional e vigilância em saúde, qual a conduta mais adequada pela equipe?
A família é composta por:
• Mãe (42 anos): hipertensa e com histórico familiar de câncer de mama (tia materna diagnosticada aos 45 anos);
• Filha adolescente (16 anos): sem fatores de risco significativos;
• Avó (67 anos): sobrevivente de câncer de mama tratado há 10 anos;
• Tia (38 anos): obesa e tabagista.
Durante visitas domiciliares e consultas de rotina, a equipe identifica:
• Dificuldades de adesão a exames de rastreamento por medo, desinformação e distância do serviço;
• Necessidade de educação em saúde adaptada e participativa;
• Desejo da família de participar ativamente das decisões sobre prevenção e cuidados.
Considerando MCCP, abordagem familiar, EPS, coordenação multiprofissional e vigilância em saúde, qual a conduta mais adequada pela equipe?
Uma mulher de 34 anos procura a Unidade Básica de Saúde com queixa de disúria, polaciúria e urgência miccional há 48 horas. Nega febre, dor lombar ou náuseas. Refere episódio semelhante há cerca de 2 anos, tratado com antibiótico, sem complicações. Antecedentes: sem comorbidades, não gestante, sem uso recente de antibióticos. Ao exame físico, afebril, sem dor à palpação lombar. Exame ginecológico sem alterações.
Considerando as melhores evidências clínicas e diretrizes atuais, qual a conduta mais adequada?
Considerando as melhores evidências clínicas e diretrizes atuais, qual a conduta mais adequada?
Uma mulher de 58 anos, hipertensa e dislipidêmica, procura a Unidade Básica de Saúde relatando fadiga persistente e ansiedade em relação à sua saúde, após múltiplas consultas médicas nas últimas semanas. Foram solicitados diversos exames laboratoriais e cardiológicos, todos com resultados dentro ou ligeiramente fora da normalidade, e já foi submetida a ajustes de medicação sem melhora dos sintomas. Ela apresenta polimedicação, histórico de ansiedade e dificuldade de lidar com exames repetidos, relatando preocupação constante com sua saúde e insônia. O médico de família avalia o caso e percebe que o excesso de intervenções recentes e a complexidade clínica colocam a paciente em risco de efeitos adversos, ansiedade iatrogénica e sobrecarga do cuidado.
Considerando a situação acima descrita, aplicando seus conhecimentos sobre prevenção e ética médica, qual deverá ser a conduta mais adequada?
Considerando a situação acima descrita, aplicando seus conhecimentos sobre prevenção e ética médica, qual deverá ser a conduta mais adequada?
Uma mulher de 32 anos procura a Unidade Básica de Saúde queixando-se de cansaço excessivo, perda de interesse nas atividades que antes apreciava, dificuldade de concentração e distúrbios de sono há aproximadamente 2 meses. Refere também alterações do apetite e sentimentos frequentes de culpa e desesperança. Nega pensamentos suicidas ou histórico psiquiátrico prévio. Durante a consulta, a equipe identifica fatores de risco psicossociais, incluindo sobrecarga familiar, desemprego recente e pouco apoio social. A unidade dispõe de instrumentos de triagem de saúde mental, como o PHQ-9, mas não tem psiquiatra em regime de atendimento contínuo.
Considerando os princípios da Atenção Primária à Saúde, as diretrizes do Ministério da Saúde para saúde mental na APS, e o manejo baseado em evidências, qual a conduta mais adequada?
Considerando os princípios da Atenção Primária à Saúde, as diretrizes do Ministério da Saúde para saúde mental na APS, e o manejo baseado em evidências, qual a conduta mais adequada?