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As pessoas com deficiência representam quase 15% da população global, chegando a quase 20% nos países de renda baixa e média. Apesar de mais de 50% de todas as pessoas com deficiência viverem em áreas urbanas, nossas cidades raramente atendem às necessidades de mobilidade de todo o espectro de deficiências. A maioria das cidades é projetada a partir da perspectiva de pessoas sem deficiência, priorizando a conveniência dos usuários de veículos motorizados em vez de atender às pessoas que caminham, pedalam ou usam transporte público. A análise do planejamento e mobilidade urbana abre um debate sobre a importância da melhoria da cidade em sua integralidade, abrangendo espaços públicos, vias e infraestrutura e das adequações dos espaços, visando garantir a acessibilidade e o conforto. Estudos demonstram que a exclusão e as dificuldades vivenciadas no contexto do transporte impõem grandes obstáculos à autonomia pessoal, à educação, ao emprego, a atividades econômicas, a evacuações de emergência e à participação social de pessoas com deficiência.
ARTIEDA, L. et al. Acesso para pessoas com deficiência em áreas urbanas. Disponível em: https://itdp.org. Acesso em: 17 maio 2025 (adaptado).

Com base no problema abordado no texto, o professor definiu o direito à cidade e ao transporte público como tema para debate com seus estudantes, considerando que os(as)
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Um professor de Geografia em uma escola do semiárido brasileiro está desenvolvendo uma sequência didática sobre os impactos socioambientais descritos no texto. Nesse contexto, a melhor forma de aplicar o raciocínio geográfico e o pensamento espacial para compreender as dinâmicas socioambientais da desertificação no semiárido é por meio de:
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Considerando esse texto, qual abordagem metodológica é adequada para um plano de aula cujo objetivo é avaliar os impactos ambientais na Amazônia brasileira, em uma perspectiva humanista?
Até o ano de 2012, cerca de 45,39% da vegetação natural nordestina jã desapareceu. Entre 2002 e 2008, os estados que mais desmataram foram Bahia e Ceará. Neste perío­ do, 2% da vegetação foram queimados, principalmente, para fazer lenha e carvão. As conseqüências ambientais do desmatamento revelam-se muito sérias, pois envolvem a perda da biodiversidade e a desertificação.

A vegetação que sofre o desmatamento é
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Observe os conceitos: I. estabelece(m)-se sobre áreas urbanizadas, causando elevação de temperatura e desconforto térmico; II. responsável(is) pelo agravamento da poluição atmosférica em virtude do papel de bloqueio que exerce(m); III. leva(m) ao colapso a rede de escoamento, produzindo extravasamento e danos em áreas extensas. (José Bueno Conti e Sueli Ângelo Furlan. Geoecologia: o clima, os solos e a biota. IN: ROSS, J. L. S. Geografia do Brasil,2001, p.86-87. Adaptado) Os conceitos apresentados nos itens I, II e III representam sequencialmente: