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Concurso:
Prefeitura de Assunção - PB
Disciplina:
História
De acordo com os estudos apresentados pelo
antropólogo José Elias Borges sobre os povos
indígenas que habitavam o território paraibano no
período colonial, o Sertão, região que naquela
época incluía o atual Cariri, era habitado
principalmente por dois grandes grupos indígenas.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente esses dois grupos
Assinale a alternativa que apresenta corretamente esses dois grupos
Concurso:
Prefeitura de Minaçu - GO
Disciplina:
História
Leia o texto a seguir.
Ao oferecer uma leitura dessa prática que se aproxima do conhecimento antropológico moderno sobre o assunto, Gonçalves Dias rompeu com toda uma tradição de literatura indianista no Brasil, que, por três séculos, representou e caricaturou o canibalismo como prova da barbárie primitiva do índio. De fato, ele é único no indianismo do século dezenove por essa interpretação, e, depois dele, teve-se que esperar pelo movimento modernista para que a significação ritual do canibalismo fosse novamente reafirmada. Tal revisão radical de uma das pedras fundamentais do discurso colonial fala alto pela notável contribuição deste poeta como uma das mais poderosas vozes dissidentes no seio da tradição romântica indianista.
REECE, David. Exilados, aliados, rebeldes: o movimento indianista, a política indígena, e o estado-nação imperial. São Paulo: Nankin, Edusp, 2008. p. 191. [Adaptado].
Qual estereótipo do discurso colonizador o texto denuncia?
Ao oferecer uma leitura dessa prática que se aproxima do conhecimento antropológico moderno sobre o assunto, Gonçalves Dias rompeu com toda uma tradição de literatura indianista no Brasil, que, por três séculos, representou e caricaturou o canibalismo como prova da barbárie primitiva do índio. De fato, ele é único no indianismo do século dezenove por essa interpretação, e, depois dele, teve-se que esperar pelo movimento modernista para que a significação ritual do canibalismo fosse novamente reafirmada. Tal revisão radical de uma das pedras fundamentais do discurso colonial fala alto pela notável contribuição deste poeta como uma das mais poderosas vozes dissidentes no seio da tradição romântica indianista.
REECE, David. Exilados, aliados, rebeldes: o movimento indianista, a política indígena, e o estado-nação imperial. São Paulo: Nankin, Edusp, 2008. p. 191. [Adaptado].
Qual estereótipo do discurso colonizador o texto denuncia?
Concurso:
Prefeitura de Minaçu - GO
Disciplina:
História
Leia o texto a seguir.
O primeiro deles, que contesta várias ideias sobre a colonização da América, é que a ibérica foi, em quase todos os sentidos, mais organizada, planejada e metódica que a anglosaxônica. Caso atribuamos valor à organização, é inegável que a colonização ibérica foi muito “melhor” que a anglo-saxônica. Na verdade, só podemos falar em projeto colonial nas áreas portuguesa e espanhola. Só nelas houve preocupação constante e sistemática quanto às questões da América. A colonização da América do Norte inglesa, por razões que veremos adiante, foi assistemática. No século XVII, quando a América espanhola já apresentava universidade, bispados, produções literárias e artísticas de várias gerações, a costa inglesa da América do Norte era um amontoado de pequenas aldeias atacadas por índios e rondadas pela fome. A península ibérica enviava ao Novo Mundo homens de toda espécie. Dentre os primeiros franciscanos que foram ao México, por exemplo, estava Pedro de Gante, parente do próprio imperador da Espanha. No Brasil, a nova e entusiasmada ordem dos jesuítas veio com o primeiro governador-geral. Imaginar o Brasil povoado só por ladrões e estupradores é tão falso como supor que apenas intelectuais piedosos foram para as 13 colônias.
KARNAL, L. Brasil e Estados Unidos: comparações incômodas. In: KARNAL, Leandro et al. História dos Estados Unidos. Campinas: Contexto, 2007. p. 28. [Adaptado].
O texto contesta qual narrativa sobre a colonização da América?
O primeiro deles, que contesta várias ideias sobre a colonização da América, é que a ibérica foi, em quase todos os sentidos, mais organizada, planejada e metódica que a anglosaxônica. Caso atribuamos valor à organização, é inegável que a colonização ibérica foi muito “melhor” que a anglo-saxônica. Na verdade, só podemos falar em projeto colonial nas áreas portuguesa e espanhola. Só nelas houve preocupação constante e sistemática quanto às questões da América. A colonização da América do Norte inglesa, por razões que veremos adiante, foi assistemática. No século XVII, quando a América espanhola já apresentava universidade, bispados, produções literárias e artísticas de várias gerações, a costa inglesa da América do Norte era um amontoado de pequenas aldeias atacadas por índios e rondadas pela fome. A península ibérica enviava ao Novo Mundo homens de toda espécie. Dentre os primeiros franciscanos que foram ao México, por exemplo, estava Pedro de Gante, parente do próprio imperador da Espanha. No Brasil, a nova e entusiasmada ordem dos jesuítas veio com o primeiro governador-geral. Imaginar o Brasil povoado só por ladrões e estupradores é tão falso como supor que apenas intelectuais piedosos foram para as 13 colônias.
KARNAL, L. Brasil e Estados Unidos: comparações incômodas. In: KARNAL, Leandro et al. História dos Estados Unidos. Campinas: Contexto, 2007. p. 28. [Adaptado].
O texto contesta qual narrativa sobre a colonização da América?
Concurso:
Prefeitura de Minaçu - GO
Disciplina:
História
A formação do território brasileiro constitui um processo
histórico marcado por permanências e transformações nas
formas de uso e controle do espaço. Nesse contexto, as
heranças do período colonial se expressam no território
atual por meio da
Concurso:
Prefeitura de Minaçu - GO
Disciplina:
História
Leia o texto a seguir.
Com a colonização, iniciada simbolicamente a partir de 1722, os portugueses realizaram um esforço diligente e sistemático de implantar em Goiás as mesmas diretrizes institucionais e ideológicas existentes em Portugal, trazendo a Europa para os sertões. A premissa era que os arraiais e vilas se assemelhassem aos seus congêneres lusitanos, incluindo toda a simbologia do poder real.
ARRAIS, Cristiano; OLIVEIRA, Eliezer. O século XIX em Goiás: a formação da região. Goiânia: Cânone Editorial, 2025, p. 9.
Um exemplo da “simbologia do poder real” presente em Portugal que também fez parte do processo de formação histórica e territorial dos arraiais e vilas de Goiás é