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As capitanias do Sul também haviam sido tratadas como uma região separada e, embora as tentativas formais de se criar um governo à parte, do Rio de Janeiro para o sul, tivessem fracassado (1573-1578, 1608-1612), os governadores residentes na Bahia tinham pouco controle sobre o Sul. São Paulo permaneceu uma área rústica até bem avançado o século XVIII.


(Stuart B. Schwartz, “Gente da terra braziliense da nasção”.

Pensando o Brasil: a construção de um povo. Em: Carlos Guilherme

Mota (org.), A experiência brasileira. Formação: histórias)


Até essa época, segundo Schwartz, São Paulo

Na década de 1960, a produção historiográfica sobre o período colonial não conheceu obras particularmente significativas no tocante às abordagens de história da cultura.


(Laura de Mello e Souza, Aspectos da historiografia da cultura

sobre o Brasil Colonial. Em: Marcos Cezar Freitas (org.),

Historiografia brasileira em perspectiva. Adaptado)


Para Mello e Souza, possivelmente, tal situação decorreu

A maioria de nós se surpreenderia ao saber que banana, laranja, manga, goiaba, cana-de-açúcar, couve, inhame, quiabo, assim como mangueiras e jaqueiras, nada disso é brasileiro, apesar de fazer parte não apenas de nossos usos mais corriqueiros, mas de nosso imaginário mais trivial. Embora saibamos geralmente que foi dado antigamente muito valor às chamadas especiarias, tão procuradas e negociadas pelos portugueses, principalmente antes de iniciarem a efetiva exploração das terras brasileiras, desconhecemos como se planejaram e se executaram aqueles experimentos já mencionados. Eles ocorreram intensamente e em dupla direção, isto é, plantas originárias do Oriente, da África e de outras regiões do Novo Mundo foram introduzidas no Brasil e vice-versa.


(Eduardo França Paiva, De português a mestiço: o imaginário

brasileiro sobre a colonização e sobre o Brasil. Em: Lana Mara de

Castro Siman e Thais França de Lima e Fonseca (orgs.),

Inaugurando a História e construindo a nação; discursos

e imagens no ensino de História.)


A partir do excerto e das discussões do artigo citado, é correto afirmar que

O teatro de Anchieta retratava as divindades dos povos originários e seus rituais, procurando estabelecer gradativamente a associação com os valores e as representações cristãs.
Sobre as festas, os ritos e as irmandades católicas no Brasil colonial é correto afirmar o seguinte: