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Concurso:
Prefeitura de Araçu - GO
Disciplina:
História
No início da ocupação portuguesa (período Pré-colonial), a mão de obra empregada e a atividade econômica basicamente
se restringia as:
Concurso:
Prefeitura de Descanso - SC
Disciplina:
História
Durante o período de expansão napoleônica na Europa, Portugal foi invadido pelos franceses,
o que motivou a vinda da Corte Portuguesa para o Brasil em 1808. O fato que levou a esta
invasão foi:
Adotou-se a convenção de dividir o movimento em fases distintas, abrangendo o “bandeirismo defensivo”, o
apresamento, o movimento colonizador, as atividades
mercenárias e a busca de metais e pedras preciosas.
Contudo, apesar dos pretextos e resultados variados que
marcaram a trajetória das expedições, a penetração dos
sertões sempre girou em torno do mesmo motivo básico.
(John M. Monteiro, Negros da terra: índios e bandeirantes
nas origens de São Paulo)
Para Monteiro, esse “motivo básico” das expedições dos bandeirantes foi
Para Monteiro, esse “motivo básico” das expedições dos bandeirantes foi
Em ambas [as manufaturas têxteis e do ferro] a colônia
contava com matéria-prima abundante e um mercado local de relativa importância. Já assinalei estas indústrias
nos grandes domínios, incluídas na sua organização e
produzindo só para eles. Mas, iniciadas aí, sua tendência
era para se libertarem destes estreitos limites domésticos, tornarem-se autônomas, verdadeiras manufaturas
próprias e comercialmente organizadas. Isto é particularmente o caso da indústria têxtil. Sobretudo em Minas Gerais, e também na capital do Rio de Janeiro, aparecem na
segunda metade do século XVIII manufaturas autônomas
e relativamente grandes. Dá-nos notícias delas o marquês do Lavradio, vice-rei do Rio de Janeiro, no Relatório
com que entregou o governo ao sucessor em 1779. Mas,
ao mesmo tempo, adverte contra o perigo de tais atividades, que não só faziam concorrência ao comércio do
reino, como tornavam os povos da colônia por demais
independentes. Enumera também os casos em que teve
de intervir, suprimindo fábricas que se iam tornando por
demais notórias, como a de Pamplona, em Minas Gerais,
e outras.
O alarma do vice-rei não caiu em surdos ouvidos. [...]
(Caio Prado Júnior, Formação do Brasil contemporâneo, p. 230.)
Para Caio Prado Júnior, “o alarma do vice-rei não caiu em surdos ouvidos” porque
O alarma do vice-rei não caiu em surdos ouvidos. [...]
(Caio Prado Júnior, Formação do Brasil contemporâneo, p. 230.)
Para Caio Prado Júnior, “o alarma do vice-rei não caiu em surdos ouvidos” porque
Em ambas [as manufaturas têxteis e do ferro] a colônia
contava com matéria-prima abundante e um mercado local de relativa importância. Já assinalei estas indústrias
nos grandes domínios, incluídas na sua organização e
produzindo só para eles. Mas, iniciadas aí, sua tendência
era para se libertarem destes estreitos limites domésticos, tornarem-se autônomas, verdadeiras manufaturas
próprias e comercialmente organizadas. Isto é particularmente o caso da indústria têxtil. Sobretudo em Minas Gerais, e também na capital do Rio de Janeiro, aparecem na
segunda metade do século XVIII manufaturas autônomas
e relativamente grandes. Dá-nos notícias delas o marquês do Lavradio, vice-rei do Rio de Janeiro, no Relatório
com que entregou o governo ao sucessor em 1779. Mas,
ao mesmo tempo, adverte contra o perigo de tais atividades, que não só faziam concorrência ao comércio do
reino, como tornavam os povos da colônia por demais
independentes. Enumera também os casos em que teve
de intervir, suprimindo fábricas que se iam tornando por
demais notórias, como a de Pamplona, em Minas Gerais,
e outras.
O alarma do vice-rei não caiu em surdos ouvidos. [...]
(Caio Prado Júnior, Formação do Brasil contemporâneo, p. 230.)
Para Caio Prado Júnior, “o alarma do vice-rei não caiu em surdos ouvidos” porque
O alarma do vice-rei não caiu em surdos ouvidos. [...]
(Caio Prado Júnior, Formação do Brasil contemporâneo, p. 230.)
Para Caio Prado Júnior, “o alarma do vice-rei não caiu em surdos ouvidos” porque