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. Em ambas [as manufaturas têxteis e do ferro] a colônia
contava com matéria-prima abundante e um mercado local de relativa importância. Já assinalei estas indústrias
nos grandes domínios, incluídas na sua organização e
produzindo só para eles. Mas, iniciadas aí, sua tendência
era para se libertarem destes estreitos limites domésticos, tornarem-se autônomas, verdadeiras manufaturas
próprias e comercialmente organizadas. Isto é particularmente o caso da indústria têxtil. Sobretudo em Minas Gerais, e também na capital do Rio de Janeiro, aparecem na
segunda metade do século XVIII manufaturas autônomas
e relativamente grandes. Dá-nos notícias delas o marquês do Lavradio, vice-rei do Rio de Janeiro, no Relatório
com que entregou o governo ao sucessor em 1779. Mas,
ao mesmo tempo, adverte contra o perigo de tais atividades, que não só faziam concorrência ao comércio do
reino, como tornavam os povos da colônia por demais
independentes. Enumera também os casos em que teve
de intervir, suprimindo fábricas que se iam tornando por
demais notórias, como a de Pamplona, em Minas Gerais,
e outras.
O alarma do vice-rei não caiu em surdos ouvidos. [...]
(Caio Prado Júnior, Formação do Brasil contemporâneo, p. 230.)
Para Caio Prado Júnior, “o alarma do vice-rei não caiu em surdos ouvidos” porque
O alarma do vice-rei não caiu em surdos ouvidos. [...]
(Caio Prado Júnior, Formação do Brasil contemporâneo, p. 230.)
Para Caio Prado Júnior, “o alarma do vice-rei não caiu em surdos ouvidos” porque
Em ambas [as manufaturas têxteis e do ferro] a colônia
contava com matéria-prima abundante e um mercado local de relativa importância. Já assinalei estas indústrias
nos grandes domínios, incluídas na sua organização e
produzindo só para eles. Mas, iniciadas aí, sua tendência
era para se libertarem destes estreitos limites domésticos, tornarem-se autônomas, verdadeiras manufaturas
próprias e comercialmente organizadas. Isto é particularmente o caso da indústria têxtil. Sobretudo em Minas Gerais, e também na capital do Rio de Janeiro, aparecem na
segunda metade do século XVIII manufaturas autônomas
e relativamente grandes. Dá-nos notícias delas o marquês do Lavradio, vice-rei do Rio de Janeiro, no Relatório
com que entregou o governo ao sucessor em 1779. Mas,
ao mesmo tempo, adverte contra o perigo de tais atividades, que não só faziam concorrência ao comércio do
reino, como tornavam os povos da colônia por demais
independentes. Enumera também os casos em que teve
de intervir, suprimindo fábricas que se iam tornando por
demais notórias, como a de Pamplona, em Minas Gerais,
e outras.
O alarma do vice-rei não caiu em surdos ouvidos. [...]
(Caio Prado Júnior, Formação do Brasil contemporâneo, p. 230.)
Para Caio Prado Júnior, “o alarma do vice-rei não caiu em surdos ouvidos” porque
O alarma do vice-rei não caiu em surdos ouvidos. [...]
(Caio Prado Júnior, Formação do Brasil contemporâneo, p. 230.)
Para Caio Prado Júnior, “o alarma do vice-rei não caiu em surdos ouvidos” porque
Em ambas [as manufaturas têxteis e do ferro] a colônia
contava com matéria-prima abundante e um mercado local de relativa importância. Já assinalei estas indústrias
nos grandes domínios, incluídas na sua organização e
produzindo só para eles. Mas, iniciadas aí, sua tendência
era para se libertarem destes estreitos limites domésticos, tornarem-se autônomas, verdadeiras manufaturas
próprias e comercialmente organizadas. Isto é particularmente o caso da indústria têxtil. Sobretudo em Minas Gerais, e também na capital do Rio de Janeiro, aparecem na
segunda metade do século XVIII manufaturas autônomas
e relativamente grandes. Dá-nos notícias delas o marquês do Lavradio, vice-rei do Rio de Janeiro, no Relatório
com que entregou o governo ao sucessor em 1779. Mas,
ao mesmo tempo, adverte contra o perigo de tais atividades, que não só faziam concorrência ao comércio do
reino, como tornavam os povos da colônia por demais
independentes. Enumera também os casos em que teve
de intervir, suprimindo fábricas que se iam tornando por
demais notórias, como a de Pamplona, em Minas Gerais,
e outras.
O alarma do vice-rei não caiu em surdos ouvidos. [...]
(Caio Prado Júnior, Formação do Brasil contemporâneo, p. 230.)
Para Caio Prado Júnior, “o alarma do vice-rei não caiu em surdos ouvidos” porque
O alarma do vice-rei não caiu em surdos ouvidos. [...]
(Caio Prado Júnior, Formação do Brasil contemporâneo, p. 230.)
Para Caio Prado Júnior, “o alarma do vice-rei não caiu em surdos ouvidos” porque
Em ambas [as manufaturas têxteis e do ferro] a colônia contava com matéria-prima abundante e um mercado local de relativa importância. Já assinalei estas indústrias nos grandes domínios, incluídas na sua organização e produzindo só para eles. Mas, iniciadas aí, sua tendência era para se libertarem destes estreitos limites domésticos, tornarem-se autônomas, verdadeiras manufaturas próprias e comercialmente organizadas. Isto é particularmente o caso da indústria têxtil. Sobretudo em Minas Gerais, e também na capital do Rio de Janeiro, aparecem na segunda metade do século XVIII manufaturas autônomas e relativamente grandes. Dá-nos notícias delas o marquês do Lavradio, vice-rei do Rio de Janeiro, no Relatório com que entregou o governo ao sucessor em 1779. Mas, ao mesmo tempo, adverte contra o perigo de tais atividades, que não só faziam concorrência ao comércio do reino, como tornavam os povos da colônia por demais independentes. Enumera também os casos em que teve de intervir, suprimindo fábricas que se iam tornando por demais notórias, como a de Pamplona, em Minas Gerais, e outras.
O alarma do vice-rei não caiu em surdos ouvidos. [...]
(Caio Prado Júnior, Formação do Brasil contemporâneo, p. 230.)
Para Caio Prado Júnior, “o alarma do vice-rei não caiu em surdos ouvidos” porque
O alarma do vice-rei não caiu em surdos ouvidos. [...]
(Caio Prado Júnior, Formação do Brasil contemporâneo, p. 230.)
Para Caio Prado Júnior, “o alarma do vice-rei não caiu em surdos ouvidos” porque
Em 28 de janeiro de 1808, D. João assinou a primeira medida régia na nova sede do Império lusitano: a carta de abertura dos portos brasileiros às nações amigas. A partir de então ficava permitida a importação “de todos e quaisquer gêneros, fazendas e mercadorias transportadas ou em navios estrangeiros das potências que se conservavam em paz e harmonia com a minha Real Coroa”, ou em navios da metrópole.
(Lilia Moritz Schwartz e Heloisa Murgel Starling, Brasil: Uma biografia, p. 173. Adaptado)
O primeiro ato de D. João no Brasil resultou