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O IFCE pretende contratar a evolução de um sistema acadêmico e optou por estimar o tamanho funcional da demanda utilizando a metodologia de Análise de Pontos de Função (APF). Durante o levantamento, o analista de tecnologia da informação identificou uma nova funcionalidade que permitirá aos usuários consultar dados já armazenados no sistema, sem manutenção de arquivos internos adicionais. Considerando a metodologia de Ponto de Função, essa funcionalidade deve ser classificada como
Observe as seguintes descrições de funcionalidades que compõem um sistema de controle de notas de alunos:


Imagem associada para resolução da questão


Considere as complexidades e as contribuições para funções de transação constantes do Manual de Práticas de Pontos de Função do IFPUG, versão 4.3.1., e desconsidere quaisquer funcionalidades não citadas. As quantidades de transações do tipo entrada externa (EE), consulta externa (CE), saída externa (SE) e o somatório de Pontos de Função (PF’s) de todas as funções de transação, respectivamente, são: 
Na análise de pontos (APF), a unidade de medida é o ponto de função e sua contagem é feita a partir do ponto de vista dos requisitos lógicos do usuário. Nesse contexto, os dados de código não devem influenciar o tamanho funcional da aplicação, e as operações que existirem exclusivamente para a manutenção desses dados não devem ser consideradas funções de transação para efeitos de contagem. Sendo assim, os dados de código que não devem influenciar o tamanho funcional da aplicação são conhecidos como dados: 
Durante a auditoria de um contrato de desenvolvimento de software mensurado por Pontos de Função (PF), o Auditor percebe que a contagem incluiu Arquivos Lógicos Internos (ALI) para tabelas que são apenas referenciadas para consulta, mas mantidas por outro sistema externo.
De acordo com o manual de contagem do International Function Point Users Group (IFPUG), essa funcionalidade deve ser classificada como 
No âmbito da APF segundo o IFPUG, a saída externa (SE) distingue-se da consulta externa (CE): enquanto a SE envolve lógica de processamento adicional, como cálculos matemáticos, geração de dados derivados ou aplicação de regras de negócio, a CE tem como objetivo principal recuperar e apresentar dados a partir de arquivos lógicos, restringindo-se a processamentos que não envolvam a criação de informações derivadas.