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Paciente de 30 anos, sexo masculino, trabalhador rural informal procura atendimento médico em posto de saúde de Simões, Piauí, com queixa de tosse seca, febre baixa e indisposição com evolução de uma semana. O paciente relata que nasceu e cresceu na região, sempre trabalhou na lida, é casado desde os 20 anos, mas eventualmente tem relações sexuais desprotegidas com outras parceiras, fuma tabaco e bebe cachaça duas vezes por semana. No seu tempo livre, gosta de mergulhar na barragem e caçar tatus. Mostra-se preocupado pois três amigos de caça tiveram quadro similar, dois estavam se recuperando, mas o terceiro está hospitalizado, com uma pneumonia grave e no respirador.

No exame físico, ausculta-se a estertoração pulmonar bilateralmente. Foi realizado exame de radiografia de tórax, que evidenciou lesões de padrão nodular em ambos os hemitórax.

O paciente é encaminhado para uma cidade próxima para prosseguimento da investigação, sendo coletado uma amostra de escarro para exame.

O resultado que mais provavelmente justifica o quadro e o tratamento adequado correspondente, são:
Em abril de 2025, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou o Alerta de Risco GVIMS/GGTES/Dire3/Anvisa nº 01/2025, alertando os laboratórios de microbiologia e os serviços de saúde para a necessidade de intensificar a vigilância dos casos suspeitos de Candida auris. Na ocasião, 114 casos já tinham sido notificados no Brasil, distribuídos em diferentes surtos hospitalares.

Sobre esse fungo emergente, é correto afirmar que 
Paciente de 39 anos, sexo masculino, vaqueiro, previamente hígido, residente em área rural do Espírito Santo, procura atendimento ambulatorial por tosse seca prolongada e dor torácica há aproximadamente quatro semanas. Nega febre. Relata exposição frequente a solo e material vegetal em decomposição em sua rotina de trabalho. A radiografia de tórax evidencia nódulo pulmonar solitário no lobo superior esquerdo, de contornos bem definidos, sem derrame pleural ou linfonodomegalias. A sorologia para HIV foi não reagente. Foi submetido à broncofibroscopia, e na cultura do lavado broncoalveolar foi isolado Cryptococcus neoformans.

Com relação aos achados laboratoriais na criptococose pulmonar, é correto afirmar que 
Paciente de 30 anos, sexo masculino, trabalhador rural informal procura atendimento médico em posto de saúde de Simões, Piauí, com queixa de tosse seca, febre baixa e indisposição com evolução de uma semana. O paciente relata que nasceu e cresceu na região, sempre trabalhou na lida, é casado desde os 20 anos, mas eventualmente tem relações sexuais desprotegidas com outras parceiras, fuma tabaco e bebe cachaça duas vezes por semana. No seu tempo livre, gosta de mergulhar na barragem e caçar tatus. Mostra-se preocupado pois três amigos de caça tiveram quadro similar, dois estavam se recuperando, mas o terceiro está hospitalizado, com uma pneumonia grave e no respirador.

No exame físico, ausculta-se a estertoração pulmonar bilateralmente. Foi realizado exame de radiografia de tórax, que evidenciou lesões de padrão nodular em ambos os hemitórax.

O paciente é encaminhado para uma cidade próxima para prosseguimento da investigação, sendo coletado uma amostra de escarro para exame.

O resultado que mais provavelmente justifica o quadro e o tratamento adequado correspondente, são: 
Ao analisar a microscopia de uma cultura de dermatófito, o patologista identifica a presença abundante de macroconídios multicelulares em formato de fuso (fusiformes), com paredes grossas, rugosas e extremidades afiladas, contendo mais de seis septos internos. Essas características microscópicas são típicas do gênero: