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A doença dos legionários é uma forma grave de pneumonia provocada por bactérias do gênero Legionella (especialmente a Legionella pneumophila), cuja proliferação ocorre em sistemas artificiais de água, tais como torres de resfriamento de ar-condicionado central, redes hidráulicas e fontes ornamentais. Surtos urbanos recentes reforçam a importância do diagnóstico precoce dessa infecção atípica, que apresenta elevada taxa de letalidade em populações vulneráveis, exigindo do médico o reconhecimento de seus marcadores clínicos, epidemiológicos e laboratoriais na emergência.

Considere o seguinte cenário: Um homem de 68 anos de idade, fumante crônico e portador de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), dá entrada no Pronto-Socorro com história de febre alta (39,2 °C), tosse, dispneia e prostração há 4 dias. A esposa relata que o paciente apresentou múltiplos episódios de diarreia aquosa e náuseas nos últimos dois dias e, nas últimas 12 horas, evoluiu com sonolência e desorientação temporoespacial. A investigação epidemiológica revela que o paciente reside em um complexo residencial que teve sua torre de resfriamento interditada para desinfecção devido a um surto comunitário de pneumonia atípica.

Ao exame físico na admissão:
Sinais Vitais: PA: 110/70 mmHg; FC: 84 bpm (dissociação pulso-temperatura / Sinal de Faget); FR: 28 irpm; SpO?: 89% em ar ambiente; Temperatura: 39,1 °C.
Exame Neurológico: Letárgico, confuso, sem sinais de irritação meningea.
Aparelho Respiratório: Estertores crepitantes focais em terço inferior do hemitórax direito.
Exames Laboratoriais:
Sódio sérico (Na+ ): 126 mEq/L (Hiponatremia)
Leucograma: 16.500/mm³ (com desvio à esquerda)
Transaminases (AST/ALT) e CPK: Moderadamente elevadas
Radiografia de Tórax: Infiltrado alveolar denso em lobo inferior direito.

Tendo em vista as características da Legionella pneumophila, o diagnóstico laboratorial e a conduta terapêutica recomendada, é correto afirmar que
Paciente de 29 anos, sexo masculino, comerciante, residente em Recife, procura um serviço de emergência com febre, mal-estar e mialgia difusa há 72 horas. Considerada a hipótese inicial de dengue, ele foi orientado a aumentar a hidratação oral e retornar em caso de piora clínica. Cinco dias depois, retorna à emergência queixando-se de estar urinando pouco e sentido muita dor nas pernas, e de ter percebido que sua pele estava cada vez mais amarelada. Informou ainda ter retornado há 10 dias de uma viagem de uma semana ao interior de Pernambuco, onde nadou em pequenas represas e alimentou-se em comunidades rurais. Foi admitido na unidade para investigação diagnóstica.

Considerando a hipótese diagnóstica mais provável, a confirmação da etiologia poderá ser realizada por meio de 
O manejo de infecções no período pós transplante é de suma importância para o desfecho favorável desses pacientes. Sabe-se que isso envolve, em um hospital com serviços de transplante, a disponibilidade de métodos diagnósticos e terapêuticos adequados. Dentre as infecções que comumente afetam esses pacientes, destaca-se a infecção pelo citomegalovírus (CMV), associada a doença específica pelo vírus, rejeição de órgãos, disfunção crônica do enxerto, estado permissivo a infecções oportunistas secundárias, entre outras.

Quanto à detecção laboratorial do CMV no pós-transplante, é correto afirmar que
Um paciente masculino de 36 anos de idade foi encaminhado ao serviço de tisiologia com os seguintes sintomas: tosse produtiva iniciada há 4 semanas e febre vespertina além de sudorese noturna.
Pelas orientações do Manual de Recomendações para o Controle da Tuberculose no Brasil, do Ministério da Saúde, o método prioritário para confirmação laboratorial imediata para triagem de resistência a rifampicina é
Embora seja importante evitar atrasos na administração da antibioticoterapia sistêmica, algumas condutas devem ser realizadas previamente sempre que possível.

Nesse contexto, assinale a conduta diagnóstica mais importante, antes do tratamento, para aumentar a chance de adequar a cobertura antimicrobiana e melhorar a resposta terapêutica.