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No trecho, observa-se o uso de diversos pronomes no intuito de articular as ideias e evitar repetições desnecessárias. A respeito desse assunto, analise as sentenças a seguir:
I. O pronome "essa", destacado em duas ocorrências do excerto, tem como referência o conjunto de ideias contido em "os falsos estigmas e o desconhecimento de grande parte da população acerca da Caatinga, sempre atrelado à pobreza, seca e sofrimento". Desse modo, o pronome se refere à narrativa ancorada em falsos estigmas a respeito do povo nordestino, habitante da Caatinga.
II. O pronome "isso" possibilita ao(à) leitor(a) compreender que o falante se refere à história na qual seu povo acreditou por muitos anos, contada pela mídia hegemônica.
III. O referente do pronome pessoal "ela", ao qual ele substitui, é claramente a expressão "grande responsabilidade".
IV. Em sua fala, Carlos Magno estabelece um importante limite entre dois sujeitos centrais naquilo que ele relata: o povo da Caatinga e os outros "povos" externos ao Nordeste. Entre outros recursos utilizados no processo coesivo e de construção dos sentidos, o uso do pronome pessoal "nós", seguido de "outros" e de "nossos", permite ao(à) leitor(a) delimitar esses dois sujeitos.
É correto o que se afirma em:
I. Se propõe mostrar que o mundo tem muito a aprender com as soluções criadas no interior do Nordeste brasileiro.
II. As semanas do clima ao redor do mundo se distanciam dos territórios e focam apenas nos especialistas do Norte Global.
III. É preciso reforçar a importância ambiental e climática do bioma Caatinga, muitas vezes desprezado no debate ambiental brasileiro, o valorizando e o protegendo.
Está correta a colocação pronominal em:
No trecho, observa-se o uso de diversos pronomes no intuito de articular as ideias e evitar repetições desnecessárias. A respeito desse assunto, analise as sentenças a seguir:
I. O pronome "essa", destacado em duas ocorrências do excerto, tem como referência o conjunto de ideias contido em "os falsos estigmas e o desconhecimento de grande parte da população acerca da Caatinga, sempre atrelado à pobreza, seca e sofrimento". Desse modo, o pronome se refere à narrativa ancorada em falsos estigmas a respeito do povo nordestino, habitante da Caatinga.
II. O pronome "isso" possibilita ao(à) leitor(a) compreender que o falante se refere à história na qual seu povo acreditou por muitos anos, contada pela mídia hegemônica.
III. O referente do pronome pessoal "ela", ao qual ele substitui, é claramente a expressão "grande responsabilidade".
IV. Em sua fala, Carlos Magno estabelece um importante limite entre dois sujeitos centrais naquilo que ele relata: o povo da Caatinga e os outros "povos" externos ao Nordeste. Entre outros recursos utilizados no processo coesivo e de construção dos sentidos, o uso do pronome pessoal "nós", seguido de "outros" e de "nossos", permite ao(à) leitor(a) delimitar esses dois sujeitos.
É correto o que se afirma em:
De acordo com Cunha e Cintra, os pronomes demonstrativos são empregados para lembrar a quem ouve ou a quem lê o que já foi mencionado ou o que se vai mencionar. É o que acontece em vários momentos do texto para se construir a coesão textual. A respeito disso, analise as sentenças a seguir:
I.No terceiro parágrafo, o pronome demonstrativo "esta", em "Esta solução depende do sucesso daquela", refere-se à "condenação do monstro". Já o pronome demonstrativo "aquela" tem como referente "a invenção do monstro". Desse modo, o autor do texto reforça o sentido gradativo da enumeração anterior, a qual consolida o projeto da elite burguesa: não basta estigmatizar pessoas indígenas e negras, é preciso condenar o monstro e, para isso, é preciso inventá-las como monstros, caçá-las e, então, condená-las.
II.No quarto parágrafo , o autor escreve: "[...] a elite burguesa e o Estado a seu serviço". Para construir a coesão e os sentidos pretendidos, ele lança mão do pronome "seu", acompanhando o substantivo "serviço". Nesse contexto, o sentido que o autor elabora é de que o Estado está a serviço da elite burguesa.
III.No quinto parágrafo, o autor usa o pronome demonstrativo "isso" duas vezes para estabelecer a coesão e evitar repetições desnecessárias. Na primeira ocorrência, claramente, compreende-se que o pronome refere-se a tudo que foi exposto ao longo do texto até ali, o que é reforçado pela expressão "até aqui". Já na segunda ocorrência, o pronome refere-se à "aprovação da redução da maioridade penal".
É correto o que se afirma em: