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A paralisia facial, central ou periférica, gera um impacto funcional e estético importante na mímica facial. No exame específico da musculatura da face é importante estabelecer se há alguma movimentação muscular. Por meio da avaliação clínica é possível observar no paciente com bom nível de consciência se a paralisia facial é central ou periférica. Considerando o local da lesão, a central caracteriza-se pela paralisia 
O fechamento adequado do esfíncter velofaríngeo no processo da articulação dos sons orais da fala permite que toda corrente aérea sonorizada seja direcionada para a cavidade adequada e, pela ação dos elementos articulatórios, seja produzida uma fala normal. Qual é o sinal clínico que pode conduzir ao diagnóstico da insuficiência velofaríngea? 
A disartria que ocorre por acometimento do cerebelo e é caracterizada por imprecisão, lentidão dos movimentos, hipotonia da musculatura, qualidade vocal áspera, entoação monótona ou excessiva, loudness variável e hipernasalidade é do tipo
O músculo facial que é responsável por retrair as comissuras labiais de ambos os lados, elevando-as para cima e para fora, aumentando o diâmetro transverso da boca, é o
A fonoterapia é indicada para as crianças que apresentam problemas de fala relacionados à fissura e à insuficiência velofaríngea. Deve ser adequada aos distúrbios articulatórios apresentados, assim como aos períodos de terapia em relação às intervenções cirúrgicas e ortodônticas. O distúrbio articulatório compensatório, no qual há a emissão dos sons plosivos, por adução brusca das pregas vocais, é denominado de: