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No cenário contemporâneo, a competitividade intercapitalista impõe a exigência de qualidade dos produtos para garantir a rentabilidade da produção, em um contexto deglobalização da produção e dos mercados. As empresas tornam-se empresas enxutas: cria-se uma empresa mãe (holding), que reúne em torno de si, pequenas e médias. Neste cenário, inúmeros estudiosos apontam algumas tendências do mercado de trabalho.Acerca das tendências de trabalho mencionadas, analise as afirmativas a seguir.

I.Uma classe trabalhadora polarizada, com uma pequena parcela com emprego estável, dotada de força de trabalho altamente qualificada e com acesso a direitos trabalhistas e sociais.
II.
Uma classe trabalhadora polarizada, com uma larga parcela da população com trabalhos precários, temporários, subcontratados etc.
III.Uma classe trabalhadora polarizada, com uma grande parcela com emprego estável, dotada de força de trabalho altamente qualificada e com acesso a direitos trabalhistas e sociais.
IV.
Uma classe trabalhadora despolarizada.
V.
Surge, neste contexto, o trabalhador polivalente, aquele que é chamado a exercer várias funções, no mesmo tempo de trabalho e com o mesmo salário, como consequência do enxugamento do quadro de pessoal das empresas.

Estão INCORRETAS apenas as afirmativas
Com o aumento do acesso a aparelhos smartphones, os aplicativos de compras de produtos e prestação de serviços difundiram-se amplamente na sociedade, o que proporcionou o surgimento de um novo tipo de trabalhador: o trabalhador de aplicativo, ser humano que coleta e entrega o produto ou executa o serviço ao consumidor final. Considerando esse assunto, assinale a opção correta acerca da globalização e das novas tecnologias e suas consequências.
Os modelos de organização industrial influenciaram profundamente as relações sociais de trabalho e as dinâmicas territoriais da economia global. Considerando esses sistemas e suas reconfigurações contemporâneas, assinale a alternativa incorreta:
Considere a seguinte passagem:
No final do século XIX e início do século XX, inúmeras leis de “proteção” à mulher passaram a proibir o trabalho feminino em ocupações consideradas mais pesadas ou perigosas, já que isso havia trazido problemas de ordem “moral” resultantes do fato de as mulheres terem mais mobilidade fora do espaço da casa. Na França, uma lei de 1892 proibia as mulheres de exercer o trabalho noturno. No Brasil, a mesma proibição foi expressa em um decreto de 1932. Embora muitas dessas leis visassem à “proteção” das mulheres, exploradas pela indústria – assim como ocorria com as crianças –, acabaram por confiná-las aos cuidados domésticos e a trabalhos realizados em casa, sub-remunerados. Durante o século XX, as duas guerras mundiais voltaram a impulsionar a presença das mulheres nas indústrias, pois, nesses momentos, os esforços produtivos eram necessários. No entanto, com o fim do período de guerras, novamente se reivindicou o retorno das mulheres à casa. O modelo de família almejado pela sociedade industrial e fordista do pós-guerra centrou-se, então, no “homem provedor e na mulher cuidadora”.
(SILVA, Afrânio et al. (orgs.). Sociologia em movimento. São Paulo: Moderna,2016. p.338.)

Sobre a participação das mulheres no mercado de trabalho, assinale a alternativa correta.
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Em pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), a participação da renda gerada pelo trabalho informal no Brasil caiu de 16,9% para 14,9%, entre 2003 e 2008, e o percentual de trabalhadores informais também caiu, de 25,8% para 22,8%. No entanto, os trabalhadores informais ainda são um contingente expressivo no mercado.

Assinale a alternativa que caracteriza o trabalho informal