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ALVES, Giovanni Antonio Pinto. Do novo sindicalismo à concertação social: ascensão (e crise) do sindicalismo no Brasil (1978-1998)”. Revista de Sociologia e política, p.111-124,2000.
A partir da ideia de mudanças no sindicalismo retratadas no texto, avalie as afirmações a seguir.
I. Os sindicatos, nos últimos vinte anos, entenderam as teses da luta de classe e se tornaram instituições propensas a negociar em prol de seus interesses revolucionários.
II. As lutas dos sindicatos passaram a evidenciar as contradições do sistema capitalista, expondo a alienação do trabalhador em relação ao produto do trabalho.
III. O sindicalismo passou por transformações em suas dinâmicas políticas, passando de uma lógica de contestação para de negociação integrada ao sistema capitalista.
É correto o que se afirma somente em
ANTUNES, Ricardo. As configurações do trabalho na sociedade capitalista. Disponível em http://www.scielo.br/pdf/rk/v12n2/01.pdf.
Considerando o texto acima, é correto afirmar que
( ) A automação dos processos produtivos, apesar de seus inegáveis ganhos de eficácia e eficiência, provocou o desemprego, o subemprego e a precarização do trabalho. ( ) O processo de globalização da produção deslocou postos de trabalho de países desenvolvidos para outros que pudessem disponibilizar mão de obra de baixo custo. ( ) Países desenvolvidos procuraram manter em seus territórios, por questões de segurança e poder, postos de trabalho ligados a áreas de tecnologia e finanças. ( ) Apesar do deslocamento dos centros produtivos terem ocorrido no sentido dos países mais ricos para os mais pobres, os centros de decisões estratégicas e financeiras permaneceram nos países ricos.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
“Pesquisa do portal de vagas Empregos.com.br mostra que 81% dos profissionais entrevistados são a favor de trabalhar quatro dias por semana, no chamado esquema 4 x 3, enquanto 13% ainda têm dúvidas sobre o sistema - e somente 6% acham que a modalidade não funciona no país. Já as empresas parecem resistir à nova tendência. Apenas 4,9% das companhias que participaram da pesquisa são a favor da jornada reduzida. Outros 25% se opõem e 71,1% não têm um posicionamento definido sobre o tema”.
(CAVALLINI, Marta.81% dos profissionais são a favor da jornada de
4 dias, mas apenas 4,9% das empresas apoiam, diz pesquisa. G1.
Brasília,10 de nov. de 2022. Disponível em:
<https://g1.globo.com/trabalho-ecarreira/noticia/2022/11/10/81percent-dos-profissionais-sao-a-favorda-jornada-de-4-dias-mas-apenas-49percent-das-empresasapoiam-diz-pesquisa.ghtml>. Acesso em: 25 de jan. de 2023).
A partir da Teoria do Valor de Karl Marx podemos concluir que as empresas não são favoráveis à redução da jornada de trabalho porque essa diminui
(UBER DO BRASIL TECNOLOGIA LTDA. Dirija quando quiser e ganhe de acordo com suas necessidades,2023. Disponível em: < https://www.uber.com/br/pt-br/>. Acesso em: 25 jan.2023).
No caso da empresa na propaganda citada acima a figura do patrão foi substituída por um aplicativo, e a figura do empregado pela do “parceiro”, que tem flexibilidade e pode trabalhar “quando quiser”. Como consequência desses novos vínculos flexíveis de trabalho podemos destacar