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A encefalopatia crônica na infância não progressiva, resultante de uma lesão no sistema nervoso central, pode ocorrer nas fases pré, peri e pós-natal, o que causa disfunções sensório motoras e musculoesqueléticas. Dentro da avaliação fisioterapêutica, são pontos a se analisar: A Escala Gross Motor Function Classification System (GMFCS) é responsável pela classificação funcional motora grossa. Este teste é composto por cinco níveis de classificação:
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Qual das alternativas a seguir representa a marcha de um paciente com Parkinson?
A encefalopatia crônica não progressiva, também conhecida como Paralisia Cerebral (PC), caracteriza-se por alterações neurológicas permanentes, que certamente afetarão:
I. Tônus muscular. II. Equilíbrio corporal. III. Cognição.
A Escala de Coma de Glasgow é o instrumento mais utilizado mundialmente para avaliar o nível de consciência. Após a atualização de 2018, a avaliação da reatividade pupilar foi integrada para oferecer um prognóstico mais preciso através da ECG-P (Escala de Coma de Glasgow com Resposta Pupilar), especialmente em casos de traumatismo cranioencefálico (TCE).
Considere as assertivas abaixo sobre a aplicação da escala.
I- Na avaliação da Resposta Motora, o paciente que não obedece a comandos, mas flexiona o braço rapidamente e o retira da fonte de um estímulo de pressão supraorbitário, de forma inespecífica (sem localizar o estímulo), recebe pontuação 4 (Flexão Normal).
II- A Avaliação da Reatividade Pupilar (P) gera um escore a ser subtraído da soma dos três parâmetros tradicionais (Ocular, Verbal e Motor). Se ambas as pupilas estiverem reagentes, o escore P é 0; se apenas uma reagir, o escore P é 1; se nenhuma reagir ao estímulo luminoso, o escore P é 2.
III- Um paciente com Abertura Ocular ao som (E=3), Resposta Verbal com palavras inapropriadas (V=3) e Resposta Motora de localização ao estímulo de pressão (M=5) totaliza 11 pontos na escala tradicional, o que o classifica tecnicamente em um quadro de TCE moderado.
IV- Com a implementação da reatividade pupilar na escala atualizada (ECG-P), a pontuação total do paciente pode variar de um escore mínimo de 1 até o máximo de 15. V- No parâmetro de Resposta Motora, a “Extensão Anormal” (Escore 2) é clinicamente indicativa de uma gravidade neurológica menor do que a Flexão Anormal (Escore 3). “
É CORRETO o que se afirma apenas em:
O Sr. Sicrano,67 anos, apresenta-se ao serviço de Fisioterapia com histórico de quedas frequentes e lentidão para realizar Atividades da Vida Diária (AVDs). Durante a avaliação, o fisioterapeuta, Dr. Fulano, observa na inspeção: Fácies em máscara (hipomimia facial), postura em flexão (camptocormia leve) e tremor de repouso em contar moedas em extremidades distais. No exame físico, observa a “ ” presença de bradicinesia moderada (pobreza e lentidão de movimentos), marcha festinante (passos curtos e rápidos), com redução do balanço dos braços, e sinal da roda dentada positivo durante a mobilização passiva dos punhos, chegando ao diagnóstico de Deficiência Cinético-Funcional Neurocentral Hipertônica Plástica, com impacto severo na Locomoção Básica e restrições significativas na Participação Social e AVDs. Com base na fisiopatologia da Doença de Parkinson e nas manifestações clínicas observadas, analise as Parkinson assertivas a seguir.
I- A fisiopatologia da doença está centrada na degeneração progressiva dos neurônios dopaminérgicos na substância negra (pars compacta), levando a uma disfunção nos circuitos dos núcleos da base e ao predomínio da via indireta, o que acarreta uma redução da facilitação talamocortical. Isto explica a pobreza de movimentos.
II- A rigidez observada no Sr. Sicrano é do tipo espástica (sinal do canivete), sendo dependente da velocidade do movimento e resultante de uma lesão direta no trato corticoespinal (neurônio motor superior).
III- O tremor de repouso é uma das características cardinais da doença, desaparecendo ou diminuindo significativamente durante a execução de movimentos voluntários e durante o sono.
IV- A bradicinesia manifesta-se não apenas na marcha, mas também na escrita (micrografia) e na fala (hipofonia), sendo essencial a utilização de pistas visuais e auditivas externas durante o tratamento fisioterapêutico para facilitar o início do movimento.
V- O diagnóstico de é estritamente radiológico, sendo a Ressonância Magnética de crânio o único recurso capaz de Parkinson quantificar a perda de dopamina e definir a conduta fisioterapêutica imediata.
É CORRETO o que se afirma em: