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Concurso:
Prefeitura de Rio Verde - GO
Disciplina:
Português
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Sobre os trechos acima, assinale a alternativa incorreta:
Concurso:
Prefeitura de Rio Verde - GO
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Português
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Assinale a alternativa correta segundo o texto:
Concurso:
Prefeitura de Rio Verde - GO
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Português
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Sobre o texto 2, é incorreto afirmar que:
Concurso:
Prefeitura de Rio Verde - GO
Disciplina:
Português
Leia com atenção o texto “Meninos Carvoeiros” de Manuel Bandeira:
Meninos Carvoeiros
Os meninos carvoeiros
Passam a caminho da cidade.
— Eh, carvoero!
E vão tocando os animais com um relho enorme.
Os burros são magrinhos e velhos.
Cada um leva seis sacos de carvão de lenha.
A aniagem é toda remendada.
Os carvões caem.
(Pela boca da noite vem uma velhinha que os recolhe, dobrando-se com um gemido.)
— Eh, carvoero!
Só mesmo estas crianças raquíticas
Vão bem com estes burrinhos descadeirados.
A madrugada ingênua parece feita para eles ...
Pequenina, ingênua miséria!
Adoráveis carvoeirinhos que trabalhais como se brincásseis!
—Eh, carvoero!
Quando voltam, vêm mordendo num pão encarvoado,
Encarapitados nas alimárias,
Apostando corrida,
Dançando, bamboleando nas cangalhas como espantalhos desamparados.
BANDEIRA, Manuel. Meninos Carvoeiros. Petrópolis,1921.
No poema de Manuel Bandeira, há uma crítica. Assinale a alternativa que evidencia a crítica presente no texto:
Meninos Carvoeiros
Os meninos carvoeiros
Passam a caminho da cidade.
— Eh, carvoero!
E vão tocando os animais com um relho enorme.
Os burros são magrinhos e velhos.
Cada um leva seis sacos de carvão de lenha.
A aniagem é toda remendada.
Os carvões caem.
(Pela boca da noite vem uma velhinha que os recolhe, dobrando-se com um gemido.)
— Eh, carvoero!
Só mesmo estas crianças raquíticas
Vão bem com estes burrinhos descadeirados.
A madrugada ingênua parece feita para eles ...
Pequenina, ingênua miséria!
Adoráveis carvoeirinhos que trabalhais como se brincásseis!
—Eh, carvoero!
Quando voltam, vêm mordendo num pão encarvoado,
Encarapitados nas alimárias,
Apostando corrida,
Dançando, bamboleando nas cangalhas como espantalhos desamparados.
BANDEIRA, Manuel. Meninos Carvoeiros. Petrópolis,1921.
No poema de Manuel Bandeira, há uma crítica. Assinale a alternativa que evidencia a crítica presente no texto:
Concurso:
Prefeitura de Rio Verde - GO
Disciplina:
Português
Leia com atenção a matéria jornalística:
Reino Unido veta cigarro para nascidos após 2009: daria certo no Brasil?
O Reino Unido aprovou uma lei que proíbe a venda de cigarros para pessoas nascidas a partir de 2009. A medida, pioneira no mundo, reacende o debate sobre até onde políticas de controle do tabaco podem avançar — e se algo semelhante poderia ser adotado no Brasil. A medida britânica representa endurecimento global. A decisão é vista como parte de um movimento internacional por regras mais rígidas contra o tabagismo. A avaliação de especialistas é que, diante do impacto persistente do cigarro, países começam a discutir ações mais duras para reduzir o consumo. O peso sanitário ajuda a explicar esse endurecimento: o tabagismo está associado a milhões de mortes por ano no mundo e a uma alta taxa de mortalidade entre consumidores regulares, além de impactos ambientais e sociais relevantes. Outro fator é a adaptação constante do setor, com estratégias para atrair novos consumidores. Isso inclui produtos com sabores, maior concentração de nicotina e formatos mais apelativos, especialmente para jovens. A expectativa é que o caso britânico funcione como um laboratório global. "Vai ser uma experiência muito importante para ver se conseguimos, de fato, uma geração livre de cigarro no futuro", afirma Monica Andreis, diretora executiva da ACT Promoção da Saúde, antiga Aliança de Controle do Tabagismo. O Brasil adotou uma estratégia diferente, com foco em limitar o consumo por meio de regulações. Cigarros eletrônicos e propagandas são proibidos, enquanto o cigarro convencional segue permitido, mas com restrições. O país é considerado referência internacional por ter reduzido significativamente a proporção de fumantes nas últimas décadas, com medidas como restrição de publicidade, ambientes livres de fumo e campanhas de conscientização. Cenário recente, no entanto, acende alerta. Apesar do histórico positivo, há sinais de retrocesso: o aumento recente do consumo e da experimentação de dispositivos eletrônicos, sobretudo entre jovens, indica que as políticas precisam ser contínuas. (https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2026/04/24 -texto adaptado).
A partir da leitura do texto, depreende-se que a eficácia do modelo brasileiro de combate ao tabagismo, embora historicamente reconhecida, enfrenta um desafio contemporâneo específico que reside na:
Reino Unido veta cigarro para nascidos após 2009: daria certo no Brasil?
O Reino Unido aprovou uma lei que proíbe a venda de cigarros para pessoas nascidas a partir de 2009. A medida, pioneira no mundo, reacende o debate sobre até onde políticas de controle do tabaco podem avançar — e se algo semelhante poderia ser adotado no Brasil. A medida britânica representa endurecimento global. A decisão é vista como parte de um movimento internacional por regras mais rígidas contra o tabagismo. A avaliação de especialistas é que, diante do impacto persistente do cigarro, países começam a discutir ações mais duras para reduzir o consumo. O peso sanitário ajuda a explicar esse endurecimento: o tabagismo está associado a milhões de mortes por ano no mundo e a uma alta taxa de mortalidade entre consumidores regulares, além de impactos ambientais e sociais relevantes. Outro fator é a adaptação constante do setor, com estratégias para atrair novos consumidores. Isso inclui produtos com sabores, maior concentração de nicotina e formatos mais apelativos, especialmente para jovens. A expectativa é que o caso britânico funcione como um laboratório global. "Vai ser uma experiência muito importante para ver se conseguimos, de fato, uma geração livre de cigarro no futuro", afirma Monica Andreis, diretora executiva da ACT Promoção da Saúde, antiga Aliança de Controle do Tabagismo. O Brasil adotou uma estratégia diferente, com foco em limitar o consumo por meio de regulações. Cigarros eletrônicos e propagandas são proibidos, enquanto o cigarro convencional segue permitido, mas com restrições. O país é considerado referência internacional por ter reduzido significativamente a proporção de fumantes nas últimas décadas, com medidas como restrição de publicidade, ambientes livres de fumo e campanhas de conscientização. Cenário recente, no entanto, acende alerta. Apesar do histórico positivo, há sinais de retrocesso: o aumento recente do consumo e da experimentação de dispositivos eletrônicos, sobretudo entre jovens, indica que as políticas precisam ser contínuas. (https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2026/04/24 -texto adaptado).
A partir da leitura do texto, depreende-se que a eficácia do modelo brasileiro de combate ao tabagismo, embora historicamente reconhecida, enfrenta um desafio contemporâneo específico que reside na: