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Civilizações indígenas (1500-1556)
As terras que hoje constituem o município de Viçosa eram compostas, antes da chegada dos brancos e negros, por mata atlântica ___________ de difícil __________, o Rio Paraíba e seus ___________ – Riacho do Meio, Caçamba e Gurungumba.
Os habitantes da então região eram os cambembes – uma subtribo dos caetés. Esses índios viviam em constantes conflitos com os cariris e outras tribos tapuias das caatingas, e como Viçosa está no limite da zona da mata esses conflitos ocorriam principalmente em períodos de longa seca, uma vez que os índios das caatingas vinham a Viçosa à procura de água e alimentos abundantes na região.
No dia 16 de junho de 1556, o primeiro bispo do Brasil – Pero Fernandes Sardinha – e seus companheiros naufragaram no litoral de Alagoas. Os caetés, por sua vez, habitantes da região, seguindo os seus costumes, devoraram toda a tripulação. O reino de Portugal, diante desta situação, declarou os caetés como inimigos e estes deveriam ser exterminados, incluindo também os Cambembes. Quase todos foram mortos, os poucos que conseguiram sobreviver fugiram para as caatingas. Viçosa ficou praticamente desabitada.
Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Vi%C3%A7osa_(Alagoas). Acesso em: 21 out. 2024.
Considerando-se o texto e os aspectos gramaticais que o constituem, dadas as afirmativas,
I. As lacunas que aparecem no primeiro parágrafo do texto podem ser preenchidas, respectivamente, de acordo com a norma-padrão, com as palavras: “espessa”, “acesso” e “afruentes”.
II. Em: “Esses índios viviam em constantes conflitos com os cariris e outras tribos tapuias das caatingas...” (2º parágrafo), o pronome sublinhado é demonstrativo de primeira pessoa e representa no espaço proximidade da pessoa que fala.
III. Em: “– e seus companheiros naufragaram no litoral de Alagoas” (3º parágrafo), o pronome possessivo concorda em gênero e número com a coisa possuída (companheiros), e em pessoa com o possuidor (o primeiro bispo do Brasil).
verifica-se que está/ão correta/s
Lá no meu sertão pros caboclo lê
Têm que aprender um outro ABC
O jota é ji, o éle é lê
O ésse é si, mas o érre
Tem nome de rê
O jota é ji, o éle é lê
O ésse é si, mas o érre
Tem nome de rê
Até o ypsilon lá é pissilone
O eme é mê, i o ene é nê
O efe é fê, o gê chama-se guê
Na escola é engraçado ouvir-se tanto ê
A, bê, cê, dê
Fê, guê, lê, mê
Nê, pê, quê, rê
Tê, vê e zê
[...]
Disponível em: https://www.letras.mus.br/luiz-gonzaga/47079/. Acesso em: 21 out. 2024.
Levando-se em consideração a letra da música, dadas as afirmativas,
I. Luiz Gonzaga empregou, intencionalmente, a variação sociocultural e a variação geográfica em sua música para valorizar a cultura regional e permitir que os nordestinos migrantes se sentissem próximos a suas origens.
II. A letra da música pode ser usada para refletir sobre o preconceito e o julgamento depreciativo contra as variedades linguísticas.
III. Há, na composição musical, uma crítica a respeito do linguajar nordestino, que desprestigia a variante linguística que as crianças utilizam em suas relações sociais.
IV. Desvalorização da cultura regional e julgamentos depreciativos acerca da fala dos nordestinos são mencionados na letra da música.
verifica-se que estão corretas apenas
O mercado de trabalho está em constante transformação, e profissões que deixaram de existir dão espaço a novas ocupações para melhor atender às demandas emergentes. Nesse caso, vale a pena acompanhar essa mudança e conhecer as novas tendências. Afinal, embora alguns cargos tenham se tornado ultrapassados, pela extinção de determinadas áreas, outros segmentos também passaram por transições que visam atualizar as suas funções e, com isso, permanecerem úteis.
Assim, é importante estar atento para as movimentações do mercado, e, ao mesmo tempo, monitorar a criação de ocupações mais modernas, que nascerão para atender às demandas futuras. Pensando nisso, separamos algumas das profissões que deixaram de existir, cargos que podem ser substituídos e funções que se tornarão uma necessidade para o mercado. [...]
Disponível em: https://www.idinheiro.com.br/financaspessoais/profissoes-que-deixaram-de-existir/. Acesso em: 27 out. 2024.
O primeiro parágrafo do fragmento de texto acima pode ser considerado uma introdução, porque
- Estas uvas estão muito azedas, e podem manchar-me os dentes; não quero colhê-las verdes, pois não gosto delas assim.
E, dito isto, foi-se embora.
Disponível em: https://www.culturagenial.com/a-raposa-e-as-uvas/. Acesso em: 23 out. 2024.
Considerando-se a finalidade e as características do gênero textual em questão, dadas as afirmativas,
I. Essa versão de texto apresenta a personagem personificada que desdenha daquilo que não se alcança, assemelhando-se àqueles que, na vida, desprezam ou desvalorizam o que não podem conseguir.
II. O autor da fábula se utiliza do exemplo da raposa para generalizar os comportamentos dos homens e chamar a atenção para a reação que temos diante de uma decepção.
III. O autor do texto aproxima a história de eventos que podem acontecer no nosso dia a dia, já que muitos de nós nos comportamos como a raposa.
verifica-se que está/ão correta/s
Ô, Sol
Vê se não esquece e me ilumina
Preciso de você aqui
Ô, Sol
Vê se enriquece a minha melanina
Só você me faz sorrir
E quando você vem
Tudo fica bem mais tranquilo
Ô, tranquilo
Que assim seja, amém
O seu brilho é o meu abrigo
Meu abrigo
E toda vez que você sai
O mundo se distrai
Quem fica, ficou
Quem foi, vai, vai
[...]
Disponível em: https://www.letras.mus.br/vitor-kley/sol/. Acesso em: 28 out. 2024.
Na primeira estrofe da letra d música, o Sol é personificado e recebe pedidos para não esquecer de iluminar e de enriquecer a melanina do eu lírico, o que pode ser interpretado como