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Leia os versos de Ricardo Reis, heterônimo de Fernando Pessoa.
Quando, Lídia, vier o nosso Outono
Com o Inverno que há nele, reservemos
Um pensamento, não para a futura
Primavera, que é de outrem,
Nem para o estio, de quem somos mortos,
Senão para o que fica do que passa –
O amarelo atual que as folhas vivem
E as torna diferentes.
Nesses versos, as estações do ano constituem metáforas pelas quais o eu lírico
Sobre o texto, afirma-se que
I. apresenta a mulher, objeto de adoração, idealizada e descrita de forma inacessível, como sugerem os termos: puro, altivez, rainha, anjo, sublime, excelso, ascensão;
II. critica os costumes da sociedade da época, a exemplo da maioria dos romances românticos do século XIX;
III. se vale de uma linguagem simples e popular, o que era comum aos escritores do momento literário a que Alencar pertenceu.
Está correto o contido em
Leia o trecho do texto publicado na Folha de S.Paulo, em 22.07.2010.
Semanas atrás, a Folha noticiou a proposta de criar-se uma agência especial para pesquisar os supostos efeitos medicinais da maconha, patrocinada pela Secretaria Nacional Antidrogas do governo federal.
Esse debate nos dias atuais, tal qual ocorreu com o tabaco na década de 60, ilude sobretudo os adolescentes e aqueles que não seguem as evidências científicas sobre danos causados pela maconha no indivíduo e na sociedade.
Na revisão científica feita por Robim Room e colaboradores (“Cannabis Policy”, Oxford University,2010), fica claro que a maconha produz dependência, bronquite crônica, insuficiência respiratória, aumento do risco de doenças cardiovasculares, câncer no sistema respiratório, diminuição da memória, ansiedade e depressão, episódios psicóticos e, por fim, um comprometimento do rendimento acadêmico ou profissional. Apesar disso, o senso comum é o de que a maconha é “droga leve, natural, que não faz mal”.
(Ronaldo Ramos Laranjeira e Ana Cecilia Petta Roselli Marques.)
Os autores do texto
A questão baseia-se no texto a seguir.
Texto I, de Luís Vaz de Camões
Os bons vi sempre passar
No mundo graves tormentos;
E para mais me espantar,
Os maus vi sempre nadar
Em mar de contentamentos.
Cuidando alcançar assim
O bem tão mal ordenado,
Fui mau, mas fui castigado.
Assim que, só para mim,
Anda o mundo concertado.
Texto II, de Leonardo Mota
O mundo está de tal forma
Que ninguém pode entender:
Uns devem, porém não pagam,
Outros pagam sem dever.
A ideia comum aos dois textos é que
Analise as afirmações.
I. Em sua ficção, Mário de Andrade criou personagens pouco ligados à causa constitucionalista, o que decorre de suas existências pobres, tanto financeira como moralmente;
II. Oswald de Andrade traduz em seu personagem ficcional, cujo registro é nitidamente da norma popular, o interesse subjetivo e imediato sobrepondo-se à causa constitucionalista;
III. São Paulo venceu todos os combates na Revolução Constitucionalista.
Está correto o que se afirma em