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Sobre a brevidade da vida
Coloco em primeiro lugar aqueles que nunca estão disponíveis para nada, senão para o vinho e para os prazeres carnais. Outros, embora se prendam à imagem da glória, erram honradamente. Podes me enumerar os avarentos, os raivosos ou os que se entregam a ódios e injustas guerras. Eles, pelo menos, pecam de forma mais viril. Todavia, os que se abandonam à gula e aos prazeres carnais se degradam de forma desonrosa.
SÊNECA. Sobre a brevidade da vida. Porto Alegre: L&M Pocket,2015. p.40.
As opiniões de Sêneca se referem
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O cortiço
O rumor crescia, condensando-se; o zunzum de todos os dias acentuava-se; já se não destacavam vozes dispersas, mas um só ruído compacto que enchia todo o cortiço. Começavam a fazer compras na venda; ensarilhavam-se discussões e rezingas; ouviam-se gargalhadas e pragas; já se não falava, gritava-se. Sentia-se naquela fermentação sanguínea, naquela gula viçosa de plantas rasteiras que mergulhavam os pés vigorosos na lama preta e nutriente da vida o prazer animal de existir, a triunfante sensação de respirar sobre a terra.
AZEVEDO, Aluísio. O cortiço. São Paulo: Ática,1970. p.28.
No texto, há uma expressão zoomórfica. Assinale a alternativa que exemplifica essa expressão.

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Segundo o texto, é correto afirmar que
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No último parágrafo, visando à construção de um determinado efeito de sentido, foram empregadas as seguintes frases: “Vamos ser gente, por favor” e “Vamos amar que o amor não tem número”. Qual é o objetivo expresso nessas frases? Marque a alternativa CORRETA.
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Marque a alternativa CORRETA. Em “Veja, tentei várias vezes na vida não ter número e não escapei”, o sentido explicitado é o seguinte: