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Um profissional de saúde está realizando a coleta de swab nasofaríngeo em um paciente para diagnóstico molecular (PCR) de COVID-19. Seguindo as diretrizes clínicas e de biossegurança, a técnica, para a obtenção da amostra, deve

As normas de biossegurança em laboratórios clínicos são condição fundamental para a segurança dos trabalhadores, qualquer que seja a área de atuação. Os profissionais de laboratórios clínicos, além de estarem expostos aos riscos ocupacionais, ergonômicos, físicos e químicos, trabalham com agentes infecciosos e com materiais potencialmente contaminados, que são os riscos biológicos:


I- Classe de Risco 1: o risco individual e o de propagação à coletividade é baixo. São agentes biológicos que têm probabilidade nula ou baixa de provocar infecções no homem ou em animais sadios e de risco potencial mínimo para o profissional do laboratório e para o ambiente.

II- Classe de Risco 2: o risco individual é moderado e para a comunidade é limitado. Aplica-se a agentes biológicos que provocam infecções no homem ou nos animais, cujo risco de propagação na comunidade e de disseminação no meio ambiente é limitado, não constituindo em sério risco a quem os manipula em condições de contenção, pois existem medidas terapêuticas e profiláticas eficientes.

III- Classe de Risco 3: o risco individual é alto e para comunidade é limitado. Aplica-se a agentes biológicos que provocam infecções, graves ou letais, no homem e nos animais e representam um sério risco a quem os manipula. Representam risco se disseminados na comunidade e no meio ambiente, podendo se propagar de indivíduo para indivíduo, mas existem medidas de tratamento e prevenção.

IV- Classe de Risco 4: o risco individual e para a comunidade é elevado. Aplica-se a agentes biológicos de fácil propagação, altamente patogênicos para o homem, animais e meio ambiente, representando grande risco a quem os manipula, com grande poder de transmissibilidade via aerossol ou com riscos de transmissão desconhecido, não existindo medidas profiláticas ou terapêuticas.


É correto afirmar que:

Considere que, em uma fiscalização realizada em determinado estabelecimento produtor de alimentos, o agente sanitário tenha verificado que o sistema de Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC) havia sido implementado formalmente, mas não havia evidências de monitoramento sistemático dos pontos críticos nem registros consistentes de controle. Verificou, também, a ausência de análise de desvios quando ocorrem não conformidades.
Considerando-se os princípios de segurança dos alimentos e o controle de processo, a situação descrita evidencia
Suponha que, durante uma fiscalização em serviço de saúde, o agente sanitário tenha observado a introdução de nova tecnologia assistencial (equipamento médico) sem avaliação prévia de risco, sem protocolos definidos de uso e sem capacitação formal da equipe. E apesar de o equipamento estar em funcionamento, não havia evidências de monitoramento de eventos adversos relacionados ao seu uso.
De acordo com o gerenciamento de tecnologias em saúde e da segurança do paciente, a situação descrita indica
Quando houver divergência entre as normas internas do estabelecimento fiscalizado e as diretrizes sanitárias vigentes, o fiscal deverá