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Um auditor fiscal do trabalho recebeu uma denúncia da existência de risco grave e iminente em uma obra. Ao chegar ao local, iniciou uma inspeção com o intuito de estabelecer o excesso de risco, de acordo com a NR 3 – Embargo e Interdição.
Considerando-se a situação exposta e a NR 3, quantas etapas esse auditor deverá seguir para estabelecer o excesso de risco?
Em uma ação fiscal realizada em uma indústria metalúrgica, o Auditor-Fiscal do Trabalho identificou indícios de risco elevado em uma área de operação mecânica. Antes de decidir sobre qualquer medida de urgência, ele percebeu que seria necessário determinar qual era o excesso de risco nessa situação. A NR 3 — Embargo e Interdição — estabelece que o excesso de risco deve ser definido por meio da comparação entre níveis de risco previstos na norma.
Dessa forma, essa comparação deve ocorrer entre os riscos
Durante uma inspeção realizada por Auditor-Fiscal do Trabalho em uma obra de grande porte na cidade de Cambé, foi constatada a existência de risco grave e iminente decorrente da ausência de sistema de proteção coletiva contra quedas em plataformas elevadas utilizadas simultaneamente por diversos trabalhadores. Após avaliação técnica, foi determinada a paralisação parcial das atividades no pavimento superior da obra. Com base na NR 3 – Embargo e Interdição, assinale a alternativa correta.
As Normas Regulamentadoras (NR’s) da Segurança no Trabalho proporcionam orientações e requisitos técnicos que visam a formação de ambientes de trabalho seguros e sustentáveis. Nesse contexto, a Norma Regulamentadora que estabelece as diretrizes para caracterização do grave e iminente risco e os requisitos técnicos objetivos de embargo e interdição é a:
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A norma regulamentadora NR 3 estabelece procedimentos para embargo e interdição em caso de Grave e Iminente Risco (GIR) à vida e à saúde dos trabalhadores. De acordo com a norma supracitada, como o Auditor Fiscal deve considerar a sua aplicabilidade em termos práticos?