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Conforme o I Consenso Brasileiro de Nutrição Oncológica, o câncer promove alterações na condição nutricional da criança, por ação de citocinas inflamatórias, alterações metabólicas, terapia antineoplásica e resposta do próprio organismo. Sobre a terapia nutricional de paciente pediátrico, adulto ou idoso, submetido a tratamento oncológico, quimioterapia, radioterapia, cirurgia, transplante de células-tronco hematopoiéticas e em cuidados paliativos, avalie se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinale a sequência correspondente.
( ) No período pré-operatório, a terapia nutricional deve contribuir para manter o bom estado nutricional, o que minimiza os agravos metabólicos decorrentes da doença e da quimioterapia prévia.
( ) Para crianças, há evidências que justifiquem indicar a imunonutrição perioperatória, além da indicação de suplementos orais pediátricos, corrigindo déficits na ingestão e garantindo oferta de nutrientes para o desenvolvimento da criança.
( ) No período pós-operatório, a realimentação oral ou enteral não deve ser precoce (em até 24h de pósoperatório), inclusive para os submetidos a cirurgias abdominais. O início precoce da dieta não favorece a cicatrização.
Sobre a utilização de terapia nutricional imunomoduladora no perioperatório de cirurgias de grande porte, é correto afirmar que
De acordo com o Ministério da Saúde no documento Cadernos de Atenção Básica: Estratégias para o Cuidado da Pessoa com Doença Crônica: Obesidade (2014), para um indivíduo no pós-operatório de cirurgia bariátrica na fase de dieta branda, objetiva-se o fornecimento de dieta de mais fácil digestão, com restrição de fibras e de gorduras. Nessa fase, ele deverá ser orientado a ingerir um volume de alimentos, por refeição, equivalente a cerca de
Homem, 59 anos de idade, foi diagnosticado com adenocarcinoma pancreático com indicação de quimioterapia neoadjuvante. Relata perda de 10% do peso corpóreo. O peso ideal é de 70 kg. Não possui comorbidades. Considerando o suporte nutricional para tolerar o tratamento sistêmico e, posteriormente, a operação de grande porte, assinale a alternativa que apresenta as metas calórica e proteica preconizadas. 
Um paciente, sexo masculino, de 45 anos de idade, analista de sistemas, submetido a Bypass gástrico em Y de Roux (BGYR) há 5 anos, apresenta perda ponderal satisfatória. Contudo, relata episódios recorrentes de sudorese, palpitações, tontura e tremores cerca de 2-3 horas após as refeições, aliviados com ingestão de carboidratos como salgadinhos e doces, principalmente quando trabalha por longas horas. Ele tem sido assintomático para dumping precoce. A glicemia capilar durante um desses episódios foi de 45 mg/dL. A endoscopia e TC são normais.
Qual é a complicação metabólica tardia mais provável nesse paciente e qual é a principal estratégia dietética para seu manejo?