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Em relação ao cuidado nutricional de pacientes com doença inflamatória intestinal, a Diretriz de Nutrição Clínica na Doença Inflamatória Intestinal (2023), da Sociedade Europeia de Nutrição Parenteral e Enteral (ESPEN), afirma corretamente que
Pacientes com alterações funcionais do trato gastrointestinal frequentemente apresentam desconforto abdominal persistente associado a modificações no ritmo e no aspecto das fezes, exigindo um período mínimo de recorrência sintomática para confirmação clínica. No manejo dietético voltado à redução da fermentação luminal e da hipersensibilidade intestinal, qual estratégia nutricional tem sido recomendada?
Uma criança de 6 anos é atendida no ambulatório com evacuações endurecidas, esforço evacuatório e baixa frequência há cerca de dois meses. A família relata baixo consumo de frutas, verduras, legumes, feijões e água. Não há perda ponderal, vômitos persistentes, distensão abdominal importante, sangue nas fezes ou atraso de crescimento.

Sobre a conduta nutricional na constipação intestinal funcional, assinale a alternativa correta.
Diante da suspeita de doença celíaca em uma criança, assinale a alternativa correta quanto à conduta diagnóstica.
A normalização da flora intestinal pode ser um fator positivo para a diminuição da translocação bacteriana, diarreia, doença inflamatória intestinal, síndrome do intestino irritável e intolerância à lactose. No que se refere às doenças intestinais, assinale a alternativa que apresenta as assertivas CORRETAS.
I. A doença inflamatória intestinal (DII) é caracterizada por inflamação aguda da mucosa intestinal com etiologia desconhecida e parece ser influenciada por alguns membros da microflora endógena. II. A síndrome do intestino irritável é um distúrbio caracterizado por dor abdominal, distensão, constipação ou diarreia, náusea, cansaço, retenção hídrica e dores articulares. Ocorre uma redução das bifidobactérias e aumento das bactérias anaeróbicas, promovendo fermentação anormal no cólon. III. A intolerância à lactose é caracterizada pela deficiência da lactase. O efeito hiperosmótico provocado pela lactose não digerida leva à entrada de água no intestino. A combinação do influxo de água com gases e ácidos formados pela fermentação da lactose não digerida no intestino delgado resulta em intumescimento da alça intestinal, cólica e diarreia. IV. As ações dos probióticos sobre a doença inflamatória intestinal (DII) incluem alteração no sistema imune da mucosa, com aumento da produção de anticorpos, atividade de macrófagos e de citocinas anti-inflamatórias.