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Homem, 54 anos, 6 dias pós-operatório de enterectomia por isquemia mesentérica, apresenta fístula enteroatmosférica de alto débito (1.800 mL/dia), sepse controlada, íleo persistente e impossibilidade de uso seguro do trato gastrointestinal. A equipe estima que a impossibilidade de alimentação enteral adequada durará mais de 7 dias.
A conduta nutricional mais indicada é 
Paciente de 60 anos, internado na UTI por sepse de foco pulmonar, recebe nutrição enteral contínua há 5 dias. Evolui com 5 evacuações líquidas nas 24 horas. Está em uso de antibiótico de amplo espectro, procinético e solução medicamentosa contendo sorbitol. Não há distensão abdominal importante, vômitos ou instabilidade hemodinâmica.
A melhor abordagem inicial é
Pacientes oncológicos podem ter sua morbidade reduzida pela oferta de dietas imunomoduladoras. Em qual situação o paciente deve receber esse tipo de nutrição?
Pacientes cirúrgicos críticos devem receber terapia nutricional adequada que deve ser iniciada precocemente, observando-se a tolerância. Desta forma, deve-se iniciar com fórmulas: 
Diretriz ACERTO de intervenções nutricionais no perioperatório em cirurgia geral eletiva, dentre algumas normativas, estabelece que “Bebidas contendo carboidratos associados a fonte proteica (glutamina ou proteína do soro do leite) podem ser ingeridas até 3h antes do procedimento anestésico com segurança”. “Podendo ser utilizadas para abreviar o jejum pré-operatório.”. Qual o grau de recomendação e força de evidência desse procedimento?
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