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Sobre a avaliação e determinação de necessidades energéticas do paciente crítico, considere as afirmações a seguir.

I - A fórmula de bolso mais comumente proposta para a determinação de necessidades energéticas do paciente crítico implica uma meta calórica de cerca de 35kcal/kg de peso corporal com adaptação para IMC fora da faixa de normalidade.
II - A diretriz de nutrição clínica em unidade de tratamento intensivo da Sociedade Europeia de Nutrição e Metabolismo (ESPEN) recomenda que, em pacientes criticamente enfermos ventilados mecanicamente, o gasto energético deve ser determinado por calorimetria indireta.
III - Na indisponibilidade de calorimetria indireta, o cálculo de gasto energético de repouso de VCO2 obtido a partir de ventiladores (GER = VCO2 x 8,19) foi demonstrado como similar ao das equações preditivas.
IV - O uso de fármacos sedativos aumenta o consumo de VO2, o que pode falsear o cálculo das necessidades energéticas a partir da calorimetria indireta.

Quais estão corretas?  
Segundo o I Consenso Brasileiro de Nutrição Oncológica, aos pacientes cirúrgicos em cuidado intensivo nos primeiros quatro dias da resposta ao tratamento cirúrgico indica-se como oferta de _________ de peso corporal, progredindo para __________ após a fase aguda da resposta inflamatória.

Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do parágrafo acima. 
Sobre prescrição de suporte nutricional (enteral e/ou parenteral) para paciente crítico séptico, assinale a alternativa correta. 
O objetivo da terapia nutricional em pacientes com câncer crítico é:
A terapia nutricional enteral (TNE) é uma intervenção essencial em pacientes críticos, mas não está isenta de riscos e pode estar associada a diversas complicações. Sobre o assunto, avalie se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinale a sequência correspondente.
( ) A disbiose, geralmente resultante do uso de antibióticos de amplo espectro e de fórmulas enterais pobres em fibras, pode precipitar a diarreia por pelo menos dois mecanismos: supressão da fermentação e crescimento de agentes patogênicos.
( ) A gastroparesia é uma das causas mais frequentes de interrupção ou redução do volume administrado na TNE, comprometendo a nutrição dos pacientes em situação crítica. Quando os sintomas persistem, uma das estratégias de manejo é reduzir a velocidade da bomba de infusão contínua em 50% e associar procinéticos.
( ) Na síndrome de realimentação (SR), pacientes com IMC inferior a 18,5 kg/m² ou que estiveram em jejum por mais de 15 dias devem iniciar dieta com 10 kcal/kg ou 5 kcal/kg. Os distúrbios hidreletrolíticos devem ser corrigidos, especialmente sódio, magnésio, potássio e niacina.