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245 Questões de concurso encontradas
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O espanto é a disposição fundamental que nos leva ao
filosofar. [...] Por isso, o filósofo é, de certa forma, um ser
estranho aos outros homens: eles se integram no mundo como
algo evidente e não se preocupam com ele, enquanto o filósofo
rompe com a evidência do mundo e começa a questioná-lo.
REALE, Giovanni; ANTISERI, Dario. História da filosofia: Antiguidade e Idade Média. 5. ed. São Paulo: Paulus, 2003. p. 16
A partir do excerto, avalie as afirmações a seguir e assinale a opção correta que melhor distingue senso comum de filosofia:
REALE, Giovanni; ANTISERI, Dario. História da filosofia: Antiguidade e Idade Média. 5. ed. São Paulo: Paulus, 2003. p. 16
A partir do excerto, avalie as afirmações a seguir e assinale a opção correta que melhor distingue senso comum de filosofia:
Na obra de Marilena Chaui, Convite à filosofia, nos deparamos
com a comparação entre mito e filosofia. Veja os dois textos a
seguir:
Texto I
O mito pretendia narrar como as coisas eram ou tinham sido no passado imemorial, longínquo e fabuloso, voltando-se para o que era antes que tudo existisse tal como existe no presente. A Filosofia, ao contrário, se preocupa em explicar como e por que, no passado, no presente e no futuro (isto é, na totalidade do tempo), as coisas são como são.
Texto II
O mito narrava a origem por meio de genealogias e rivalidades ou alianças entre forças divinas sobrenaturais e personalizadas, enquanto a Filosofia, ao contrário, explica a produção natural das coisas por elementos naturais primordiais [...] por meio de causas naturais e impessoais [...].
CHAUI, Marilena de Souza. Convite à filosofia. 13. ed. São Paulo: Ática, 2004. p. 36.
Comparando os dois textos é possível afirmar que
Texto I
O mito pretendia narrar como as coisas eram ou tinham sido no passado imemorial, longínquo e fabuloso, voltando-se para o que era antes que tudo existisse tal como existe no presente. A Filosofia, ao contrário, se preocupa em explicar como e por que, no passado, no presente e no futuro (isto é, na totalidade do tempo), as coisas são como são.
Texto II
O mito narrava a origem por meio de genealogias e rivalidades ou alianças entre forças divinas sobrenaturais e personalizadas, enquanto a Filosofia, ao contrário, explica a produção natural das coisas por elementos naturais primordiais [...] por meio de causas naturais e impessoais [...].
CHAUI, Marilena de Souza. Convite à filosofia. 13. ed. São Paulo: Ática, 2004. p. 36.
Comparando os dois textos é possível afirmar que
A Filosofia é, pois, o sistema de todo o conhecimento
filosófico [...]. Até então não é possível aprender qualquer
filosofia; pois onde esta se encontra, quem a possui e segundo
quais características se pode reconhecê-la? Só é possível
aprender a filosofar, ou seja, exercitar o talento da razão,
fazendo-a seguir os seus princípios universais em certas
tentativas filosóficas já existentes [...].
KANT, Immanuel. Crítica da razão pura. 3. ed. São Paulo: Abril Cultural, 1983. (Coleção Os Pensadores). p. 407-408.
A partir do excerto acima é correto afirmar que
KANT, Immanuel. Crítica da razão pura. 3. ed. São Paulo: Abril Cultural, 1983. (Coleção Os Pensadores). p. 407-408.
A partir do excerto acima é correto afirmar que
“Seria conveniente observar que o ceticismo, como filosofia,
não é simplesmente dúvida, mas o que se pode chamar dúvida
dogmática. O homem de ciência diz: ‘Penso que isto é assim e
assim, mas não tenho certeza’. O homem de curiosidade
intelectual diz: ‘Não sei como é, mas espero descobrir’. O filósofo
cético diz: ‘Ninguém sabe, e ninguém poderá jamais saber’”.
RUSSEL, Bertrand. História da filosofia ocidental – livro primeiro. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1957.
Diante da diferenciação apresentada por Russell, caracteriza-se como um princípio cético:
RUSSEL, Bertrand. História da filosofia ocidental – livro primeiro. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1957.
Diante da diferenciação apresentada por Russell, caracteriza-se como um princípio cético:
“A filosofia não é como a física. Na física, há um amplo corpo
de verdades estabelecidas que os iniciantes têm de dominar. Na
filosofia, em contraste, tudo é controverso. Algumas das
questões fundamentais ainda estão em disputa. A filosofia é do
início ao fim um exercício de razão. Nós devemos abraçar as
ideias que são mais bem apoiadas pelos argumentos”.
RACHELS, James; RACHELS, Stuart. Os elementos da filosofia moral. Porto Alegre: AMGH, 2013. Adaptado.
Com base no excerto, a natureza do filosofar está relacionada
RACHELS, James; RACHELS, Stuart. Os elementos da filosofia moral. Porto Alegre: AMGH, 2013. Adaptado.
Com base no excerto, a natureza do filosofar está relacionada