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Na obra “A estrutura das revoluções científicas”, o filósofo estadunidense Thomas Kuhn desenvolve uma nova noção de paradigma para a ciência. Não se trata de um conceito simples. O importante é compreender que o trabalho científico desenvolve-se com base no modelo consensual adotado pelos cientistas. Sua primeira obra intitula-se “A revolução copernicana”; mas foi no livro “A estrutura das revoluções cientificas” que assentou seu público filosófico.
(Aranha, 2016.)
Para kuhn, a ciência progride pela tradição intelectual do seu tempo. Uma das suas conceituações – Paradigma – é: 
No filme Matrix, de 1999, o protagonista Neo descobre que aquilo que ele pensava ser a realidade é, na verdade, uma sofisticada simulação de computador cujo propósito é aprisionar as mentes dos seres humanos. Após alguns percalços, sob a orientação do personagem Morpheus, Neo é retirado do domínio das máquinas e passa a experienciar o mundo real.
Considerando-se essas informações, é correto afirmar que a referida obra, ao tratar da oposição entre o que é e o que equivocadamente se julga ser a realidade, aborda o dualismo filosófico entre
Analise as afirmativas abaixo sobre a Filosofia Medieval. 1. Surgiu numa época em que a Igreja Romana tentava recuperar o território do Estado do Vaticano. 2. As principais influências foram recebidas das ideias de Platão e Aristóteles. 3. Criou um método de exposição de ideias denominado Disputa. 4. Recebeu grande influência das ideias de Santo Agostinho. 5. Os filósofos árabes e judeus foram excluídos do rol dos filósofos medievais. Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
A filosofia que resultou dos esforços dos Apóstolos cristãos, Paulo e João, e dos primeiros Padres da Igreja, para conciliar o cristianismo com o pensamento filosófico dos gregos e romanos, e convencer os pagãos a seguir a nova religião é conhecida como:
    A importância atribuída por Kant à dignidade humana define nossas concepções atuais dos direitos humanos universais. Ademais, seu conceito de liberdade figura em muitos de nossos debates contemporâneos sobre justiça. (...) “Aja apenas segundo um determinado princípio que, na sua opinião, deveria constituir uma lei universal.” Kant considera uma “máxima” o preceito ou princípio que propicia a razão para a ação de uma pessoa. Na verdade, isso significa que só devemos agir de acordo com os princípios que podemos universalizar, sem entrar em contradição.     SANDEL, M. J. Justiça – O que é fazer a coisa certa. Cap. 5. O que importa é o motivo. – Immanuel Kant. P. 143-152. Rio de janeiro: Civilização Brasileira, 2012 (com adaptações).
O excerto apresentado refere-se