Filtrar


Questões por página:
Na obra Globalização: as consequências humanas (1999), o sociólogo Zygmunt Bauman contesta as interpretações hegemônicas sobre esse fenômeno, afirmando que a globalização, ao mesmo tempo em que é louvada como um processo que pode resolver diferenças e diminuir desigualdades, também pode distanciar sociedades e aprofundar disparidades. O autor desenvolve argumentos semelhantes ao abordar amor, medo e modernidade.

Assinale a opção que caracteriza adequadamente fenômenos no contexto da globalização, conforme a perspectiva da obra mencionada. 
No existencialismo sartriano, a noção de “existência precede a essência” é fundamental para compreender a liberdade humana e a responsabilidade individual. Considerando o exposto, assinale a alternativa que apresenta corretamente a concepção de Sartre.
Segundo Zygmunt Bauman, na Modernidade Líquida, a característica fundamental das relações sociais é 
Durante uma aula de ética em uma turma do Ensino Médio, um professor propôs um debate sobre a responsabilidade moral nas redes sociais. Um estudante defendeu que, por estar “apenas expressando sua opinião”, ele não deveria ser responsabilizado por eventuais ofensas publicadas. O professor decide, então, retomar discussões filosóficas sobre a autonomia moral e a formação ética, para aprofundar a reflexão da turma. Com base nessa situação e nos aportes da filosofia da educação, assinale a alternativa correta. 
Aproximando-me ainda mais de mim mesmo e, investigando quais são os meus erros – somente eles denunciam uma imperfeição em mim, – percebo que dependem do concurso simultâneo de duas causas, a saber, da faculdade de conhecer que está em mim e da faculdade de escolher ou liberdade do arbítrio, isto é, do intelecto e, ao mesmo tempo, da vontade. Pois, pelo intelecto sozinho não afirmo, nem nego coisa alguma, mas apenas percebo as ideias a respeito das quais posso fazer um juízo, e nenhum erro, propriamente dito, ocorre no intelecto, considerado assim precisamente.
(René Descartes. Meditações sobre a Filosofia Primeira, 2004. Adaptado)

No trecho da Quarta Meditação, Descartes examina a origem do erro. Segundo seu argumento, o erro decorreria de