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Homem, 45 anos, IMC 38 kg/m2, diabetes mellitus tipo 2 há 8 anos, apneia obstrutiva do sono e esteato-hepatite metabólica. Já realizou tratamento clínico estruturado por mais de 2 anos, com perda ponderal insuficiente. Não há dependência química ativa, transtorno psiquiátrico descompensado ou contraindicação anestésica.

A análise mais adequada sobre cirurgia bariátrica/metabólica para o caso é: 
Mulher, 42 anos, IMC 36 kg/m2, hipertensão arterial controlada e sedentarismo procura atendimento para tratamento da obesidade. Bioimpedância elétrica multifrequencial mostra percentual de gordura elevado, massa magra aparentemente preservada e água corporal total discretamente reduzida. Fez jejum prolongado, treino intenso na véspera e uso recente de diurético.

A interpretação e conduta mais adequada diante desse resultado é
Mulher, 67 anos, obesidade grau II (IMC 37,1 kg/m²), HAS e DM2 controlados. Relata dificuldade em realizar atividades domésticas, fadiga e quedas frequentes no último ano. Força de preensão palmar de 16 kgf (percentil <10 para o sexo e idade). Densitometria óssea com Z-score de ?1,8 em coluna lombar. Bioimpedância revela massa muscular esquelética apendicular (MEA) de 5,4 kg/m² (abaixo do ponto de corte). 
Mulher de 34 anos, com índice de massa corporal de 32,8 kg/m², apresenta obesidade há oito anos e apneia obstrutiva do sono grave, confirmada por polissonografia. Realizou tratamento clínico supervisionado, com orientação nutricional, atividade física e terapia medicamentosa, sem controle sustentado do peso ou da comorbidade. A avaliação psicológica não identifica transtorno psiquiátrico descompensado, abuso de substâncias ou incapacidade de adesão ao acompanhamento.
Considerando os critérios estabelecidos pela Resolução CFM nº 2.429/2025, a conduta mais adequada, quanto à indicação de cirurgia bariátrica e metabólica, é
Mãe traz seus dois filhos do sexo masculino (de 8 e 13 anos) para avaliação pediátrica. Refere que está muito preocupada porque ambos engordaram muito no último ano, se alimentam muito mal, não fazem atividades físicas e passam cerca de 5 horas por dia na frente das telas. A mãe diz querer solicitar exames de sangue, pois tem histórico familiar de diabetes tipo 2. Os dados antropométricos e de alteração do exame físico das crianças estão a seguir. Filho 8 anos: 36kg; 1,31 m; (valor de referência IMC: Z+1 ? 17; Z+2 ? 19,5; Z+3 ? 23); PA 118 X 80 (valores referência: P90 = 110 x 71; P95= 114 X 74). Filho 13 anos: 60 kg; 1,65 m; (valor de referência IMC: Z+1 ? 21; Z+2 ? 25; Z+3 ? 31,5); PA 126 X 78 (valores referência: P90 = 124 x 76; P95 = 128 X 80). Sobre a avaliação e a conduta dos menores, é correto afirmar, de acordo com a SBP, que