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A obesidade tem aumentado na população pediátrica e se tornado um importante desafio nesse grupo, especialmente entre os adolescentes. A síndrome metabólica em adolescentes de 10 a 16 anos, de acordo com os critérios da International Diabetes Federation, são a presença de obesidade central (circunferência abdominal > P90) + pelo menos 2 outros critérios.

Dois desses critérios são:
Mãe traz seus dois filhos do sexo masculino (de 8 e 13 anos) para avaliação pediátrica. Refere que está muito preocupada porque ambos engordaram muito no último ano, se alimentam muito mal, não fazem atividades físicas e passam cerca de 5 horas por dia na frente das telas. A mãe diz querer solicitar exames de sangue, pois tem histórico familiar de diabetes tipo 2.

Os dados antropométricos e de alteração do exame físico das crianças estão a seguir.

Q6.png (19×13) Filho 8 anos
36kg; 1,31 m; (valor de referência IMC: Z+1 ? 17; Z+2 ? 19,5; Z+3 ? 23); PA 118 X 80 (valores referência: P90 = 110 x 71; P95= 114 X 74).

Q6.png (19×13) Filho 13 anos
60 kg; 1,65 m; (valor de referência IMC: Z+1 ? 21; Z+2 ? 25; Z+3 ? 31,5); PA 126 X 78 (valores referência: P90 = 124 x 76; P95 = 128 X 80).

Sobre a avaliação e a conduta dos menores, é correto afirmar, de acordo com a SBP, que 
Na sessão clínica de seu serviço, discute-se o caso de uma paciente de 42 anos que foi submetida à gastrectomia vertical (sleeve gástrico) há cinco anos. Ela relata que, no início, apresentou perda ponderal satisfatória, porém evoluiu com recuperação importante do peso, agora com índice de massa corporal de 41 kg/m² e doença do refluxo gastroesofágico persistente, que é refratária ao tratamento clínico otimizado. Uma endoscopia digestiva alta demonstra dilatação do tubo gástrico, sem estenoses ou fístulas. Realizou-se avaliação clínica, nutricional, psicológica e metabólica, a equipe considera uma cirurgia revisional. A conduta mais adequada para essa paciente será 
Durante o round de seu serviço de cirurgia, discute-se o caso de um paciente de 49 anos que foi encaminhado ao ambulatório de cirurgia bariátrica para avaliação cirúrgica. Relata obesidade desde a adolescência, com múltiplas tentativas fracassadas de perda ponderal por meio de dieta orientada, atividade física e tratamentos medicamentosos. História patológica pregressa com: diabetes mellitus tipo 2 há 12 anos; hipertensão arterial sistêmica; dislipidemia grave e diagnóstico de Síndrome metabólica. Está medicado com: Metformina 2.500 mg/dia; Insulina glargina 60 UI/dia; Empagliflozina; Rosuvastatina e Losartana. Refere cansaço aos esforços moderados, roncos intensos e sonolência diurna excessiva. Quando do exame físico observa-se: Peso de 152 quilos; altura: 1,75 m; IMC: 49,6 kg/m²; circunferência abdominal com 148 cm; e pressão arterial de150/90 mmHg. Os exames laboratoriais: HbA1c: 9,1%; glicemia de jejum de 198 mg/dL; triglicerídeos com 420 mg/dL; HDL: 32 mg/dL; LDL: 162 mg/dL; a função renal está preservada. Durante a investigação, realizou-se uma polissonografia que confirmou uma síndrome da apneia obstrutiva do sono moderada. A endoscopia digestiva alta demonstra discreta gastrite crônica, sem hérnia hiatal significativa e sem doença do refluxo gastroesofágico importante. Após avaliação multidisciplinar, conclui-se que o paciente possui indicação formal para cirurgia metabólica/bariátrica. Considerando-se as diretrizes atuais, a melhor opção de terapêutica cirúrgica para esse paciente é 
A resistência à insulina é central na síndrome metabólica. A hiperinsulinemia compensatória com elevação da HOMA-IR, acantose nigricans e obesidade abdominal predispõem principalmente ao: