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Em segunda quimioterapia para linfoma não Hodgkin (15 dias após a 1ª quimioterapia), uma paciente jovem apresentou cefaleia, rinite, tosse e febre oito horas após a infusão do medicamento, já no domicílio. Foi internada devido ao risco de infecção secundária à imunossupressão. Seu esquema era o R-CHOP, a saber: rituximabe, ciclofosfamida, doxorrobucina, vincristina e prednisona. Apesar de coleta de hemocultura, início de antibiótico empírico e oseltamivir, não houve qualquer outro sintoma na sequência de sua internação em 24 horas. Exames laboratoriais e de imagem foram normais.
O trabalho de investigação levou à possibilidade mais confiável nesse caso por: 
Uma paciente de 45 anos recebeu resultado de colpocitologia oncótica de NIC II, sendo encaminhada para colposcopia. O laudo da colposcopia descreveu a presença de área de aspecto digitiforme, sobrelevada na altura da JEC, que se estende das 0h às 6h do colo uterino.
Esse resultado é sugestivo de:
Um paciente de 60 anos de idade, 50 kg, portador de mieloma múltiplo, será submetido a um transplante autólogo de medula óssea. O volume total de células-tronco coletadas por aférese foi de 250 mL, e a contagem de células CD34+ no produto foi de 600 células/µL. 
Com base nesses resultados, é correto afirmar, acerca do número de células-tronco CD34+ colhidas, que:    

Um paciente de 58 anos, portador de mieloma múltiplo, é encaminhado para se submeter a um segundo transplante de medula óssea. 1 ano antes, havia sido submetido a um primeiro transplante de medula autólogo. Naquela ocasião, a coleta de células-tronco CD34+ do sangue periférico, após uso do agente mobilizador habitual, resultou pouco frutífera, tendo-se atingido o número mínimo de células para o transplante após quatro coletas subsequentes, ao longo de 3 dias.  


Para o novo transplante, a recomendação para aumentar a probabilidade de êxito da mobilização pré-coleta é:    

O esquema atual de tratamento de primeira linha para a leucemia promielocítica aguda (M3) inclui: