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Um paciente de 68 anos de idade, hipertensa de longa data, foi diagnosticada com leucemia linfocítica crônica a partir dos resultados de um hemograma de rotina. Três meses depois, procurou o seu médico devido a astenia e dispneia intensas, com instabilidade hemodinâmica; o hemograma mostrava anemia grave (2,5 g/dL de hemoglobina). O quadro era compatível com anemia hemolítica autoimune (AHAI), com teste direto da antiglobulina positivo. O médico-assistente internou a paciente, iniciou corticosteroide em altas doses (pulsoterapia) e prescreveu transfusão urgente de concentrado de hemácias. O serviço de hemoterapia informou, após realizar as provas de compatibilidade pré-transfusionais, que não havia hemácias compatíveis para a transfusão. 
A decisão a ser tomada, em relação à transfusão, é: 
Um paciente portador de leucemia mieloide aguda foi submetido a um transplante de medula óssea alogênico. Três semanas após, quando já havia ocorrido a “pega” do transplante, começa a apresentar rash cutâneo não pruriginoso generalizado e diarreia sanguinolenta. As provas de função hepática mostravam aumento significativo de ALT, AST e bilirrubinas. No hemograma – que três dias antes estava próximo da normalidade, com anemia leve (10 g/dL de hemoglobina, trombocitopenia moderada (80.000 plaquetas/µL) e neutrófilos de 1.200 /µL – houve piora da anemia (hemogoblina: 7 g/dL) e da trombocitopenia (30.000 plaquetas/µL).
Diante desse quadro, o diagnóstico mais provável é:
Em um paciente com suspeita clínica de leucemia mieloide aguda e que apresenta trombocitopenia, um aspirado de medula óssea (mielograma) só pode ser realizado se a contagem de plaquetas estiver acima de:
O esquema atual de tratamento de primeira linha para a leucemia promielocítica aguda (M3) inclui: 
Um paciente soropositivo para HTLV, de 60 anos idade, desenvolve adenomegalia generalizada. A histopatologia do gânglio linfático retirado mostrou linfócitos anormais, clivados, com padrão folicular, arquitetura alterada e envolvimento da cápsula. A imunofenotipagem do sangue periférico, feita por citometria de fluxo, mostrou os seguintes resultados: CD2+, CD3+, CD4+, CD5+, CD7-, CD8-, CD25+, CD30-.
Esses resultados sugerem o diagnóstico de: