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Um paciente de 68 anos, com história de etilismo e tabagismo prévios, se apresenta com disfagia progressiva para sólidos e perda ponderal de 5 kg nos últimos 30 dias. Tem história prévia de refluxo e uso crônico de inibidor de bomba de prótons há 12 anos. Na endoscopia, observou-se epitélio alaranjado que media 5 cm circunferencialmente e linguetas de 7 cm. Presença de hérnia de hiato por deslizamento de aproximadamente 3 cm e uma lesão parcialmente estenosante, polipoide ulcerada, que se estende proximal à junção esôfagogástrica (JEG) de 1 cm a 4 cm, sem impedir a progressão do aparelho. A biópsia mostra adenocarcinoma moderadamente diferenciado em epitélio colunar com células caliciformes.
Após o estadiamento da lesão cT3cN0, a cirurgia de escolha é:
Um homem de 60 anos apresenta-se ao consultório com queixas de dor abdominal epigástrica persistente há seis meses, perda de peso não intencional de 10 kg e sensação de plenitude pós-prandial precoce. Ele também relata episódios de náusea e vômito, ocasionalmente com sangue. O paciente tem histórico de tabagismo e consumo regular de álcool, além de uma dieta rica em alimentos processados e salgados. No exame físico, nota-se palidez e linfonodos supraclaviculares aumentados. A endoscopia digestiva alta revela uma lesão ulcerada no antro gástrico, e a biópsia confirma a presença de adenocarcinoma gástrico.
O fator de risco mais significativo associado ao desenvolvimento do câncer de estômago no caso desse paciente é: 
Uma paciente de 55 anos, recentemente tratada para câncer de mama, experimenta fadiga significativa e perda de força muscular como efeitos colaterais da quimioterapia. A equipe de oncologia recomenda iniciar um programa de reabilitação para ajudar a recuperar sua condição física e melhorar a qualidade de vida.
A intervenção mais apropriada para integrar o plano de tratamento dessa paciente é:
Uma mulher de 50 anos, submetida a colecistectomia devido a colelitíase, apresenta, no laudo histopatológico, neoplasia de vesícula (T1b), com invasão perineural e microvascular, sem imagens sugestivas de metástase aos exames complementares.
A conduta mais adequada nesse caso é: 
A eficiência do rastreamento genético, pela pesquisa de mutações no proto-oncogene RET, está bem estabelecida no diagnóstico e na identificação de portadores assintomáticos das formas hereditárias de carcinoma medular da tireoide (CMT). Em relação ao CMT e ao proto-oncogene RET, é correto afirmar que: