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Mulher de 65 anos foi internada na enfermaria de clínica médica para investigação de colúria, acolia fecal e icterícia iniciados há 10 dias. O quadro evoluiu progressivamente, sem dor abdominal e sem febre. Possui antecedente de câncer de cólon tratado cirurgicamente há dois anos, com recidiva e metástases hepáticas diagnosticadas há seis meses. Ao exame físico, encontra-se desnutrida, ictérica e com aumento do volume abdominal.
Exames laboratoriais:

• Hemoglobina: 10,2 g/dL; leucócitos: 6.500/mm³; plaquetas: 180.000/mm³.
• AST (TGO): 180 U/L; ALT (TGP): 150 U/L; fosfatase alcalina: 980 U/L; GGT: 740 U/L.
• Bilirrubina total: 18 mg/dL (direta 15 mg/dL); albumina: 2,5 g/dL; INR: 1,6.
• Ultrassonografia abdominal: fígado aumentado e heterogêneo, com múltiplas lesões hiperecogênicas, dilatação das vias biliares intra-hepáticas, ascite moderada e linfonodos periportais aumentados.

Com base nos dados clínicos, laboratoriais e de imagem apresentados, o diagnóstico mais provável para a icterícia observada é 
Um homem de 64 anos procura atendimento ambulatorial por fadiga progressiva e perda ponderal não voluntária de 6 kg, nos últimos 2 meses. Relata náuseas ocasionais e desconforto abdominal difuso, sem relação com alimentação ou evacuação, e nega sangramentos. A filha notou coloração amarelada discreta na pele recentemente. Tabagista há 40 anos, faz uso ocasional de bebidas alcoólicas aos fins de semana.

Ao exame, apresenta icterícia, sem dor ou massas palpáveis. Exames laboratoriais mostram padrão colestático discreto. A tomografia abdominal evidencia lesão tumoral na cabeça do pâncreas com dilatação da via biliar. A biópsia por ultrassom endoscópico confirma adenocarcinoma pancreático.

Dos fatores a seguir, assinale o mais associado ao desenvolvimento desse tipo de tumor.
Um homem de 70 anos procura atendimento ambulatorial devido à tosse persistente e a uma fadiga, nos últimos 3 meses. Relata também perda de peso não intencional e alguns episódios de tosse acompanhados de hemoptise. É tabagista crônico, com carga de 45 maços/ano. Nega febre ou infecções respiratórias recentes.

Ao exame físico, observa-se redução do murmúrio vesicular no terço superior do hemitórax direito.

A tomografia de tórax evidencia massa cavitada localizada no lobo superior direito. Foi agendada broncoscopia para investigação diagnóstica complementar.

Exames laboratoriais revelam:
• Hemoglobina: 13,4 g/dL (VR: 13,5–17,5 g/dL);
• Leucócitos: 7.200/mm³ (VR: 4.000–11.000/mm³);
• Plaquetas: 275.000/mm³ (VR: 150.000–450.000/mm³);
• Sódio sérico: 139 mEq/L (VR: 135–145 mEq/L);
• Potássio sérico: 4,1 mEq/L (VR: 3,5–5,0 mEq/L);
• Cálcio sérico: 12,5 mg/dL (VR: 8,5–10,5 mg/dL);
• Albumina sérica: 4,0g/dl (VR: 3,5-5,0 g/dL);
• Paratormônio: 5 pg/mL (VR: 15–65 pg/mL);
• Creatinina sérica: 0,9 mg/dL (VR: 0,7–1,3 mg/dL).

Com base nesse quadro clínico, o diagnóstico mais provável é
Paciente masculino, 22 anos, refere aumento de volume progressivo em perna direita há 5 meses, inicialmente atribuído a trauma durante jogo de futebol. O aumento tem sido gradual, sem dor ou sinais flogísticos. Ao exame, nota-se massa endurecida, aderida a planos profundos, com cerca de 9 cm de diâmetro. A tomografia revela lesão heterogênea, com áreas de necrose, medindo aproximadamente 10 x 8,5 cm.
Diante desse quadro, a melhor conduta inicial é
Assinale a alternativa correta quanto aos tumores do revestimento cutâneo dos territórios de face e pescoço.