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Paciente com colangiocarcinoma tipo I, restrito ao ducto hepático comum. A abordagem cirúrgica potencialmente curativa, é:
Paciente de 62 anos, sexo masculino, com história de icterícia progressiva há 3 semanas, colúria, acolia fecal e prurido intenso. Ao exame físico, apresenta icterícia ++/4+, sem dor abdominal significativa. Exames laboratoriais evidenciam padrão colestático (FA e GGT elevadas, bilirrubina direta aumentada). A colangiorressonância magnética demonstra lesão tumoral perihilar, comprometendo a confluência dos ductos hepáticos direito e esquerdo, com extensão para o ducto hepático direito, enquanto o ducto hepático esquerdo permanece pérvio e sem sinais de infiltração tumoral.Diante desses achados, questiona-se a classificação do colangiocarcinoma segundo a classificação de Bismuth–Corlette. No caso apresentado, o tumor atinge a confluência biliar e se estende para o ducto hepático direito e esquerdo:
Paciente submetido à cirurgia oncológica com ressecção completa e margens microscópicas livres. Como se classifica essa cirurgia?
Paciente com câncer de cólon esquerdo apresenta constipação progressiva e fezes em fita. A manifestação clínica mais esperada nesse quadro, é: 
Paciente jovem com linfoma MALT gástrico incipiente associado à infecção por Helicobacter pylori. A conduta inicial mais adequada, neste caso, é: