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Paciente de 60 anos de idade, do sexo feminino, portadora de mutação patogênica em BRCA1, recém-diagnosticada, após investigação de desconforto abdominal, tem diagnóstico de adenocarcinoma seroso de alto grau com sítio primário em ovário. Após avaliação laparoscópica em centro de referência, foi considerada não candidata a citorredução completa devido ao elevado índice de carcinomatose peritoneal.
Nesse caso,
Paciente de 61 anos de idade, do sexo feminino, com menopausa há dez anos, sem uso de terapia de reposição hormonal, passou a apresentar sangramento vaginal há seis meses, irregular, mas que vem aumentando de intensidade. Realiza ultrassonografia transvaginal, que mostra endométrio espessado e heterogêneo. A histeroscopia diagnóstica revela adenocarcinoma endometrioide de alto grau. A paciente é submetida a histerectomia total abdominal e linfadenectomia, que confirma o diagnóstico de adenocarcinoma endometrioide, G3, com tumor de 5 cm que envolve serosa, anexos e se estende até a vagina, com metástases para linfonodos pélvicos. Imuno- -histoquímica com receptor de estrogênio positivo, receptor de progesterona negativo, HER2 negativo (escore 0), p53 padrão selvagem, e MLH1 negativo, MSH2 negativo, MSH6 positivo e PMS2 positivo.
Nesse caso,
Paciente de 57 anos de idade apresenta lesão em pilar amigdaliano esquerdo. É realizada cirurgia, que mostra carcinoma de células escamosas, p16 positivo, lesão de 3 cm, com margens de ressecção cirúrgica comprometidas. Sem linfonodomegalia cervical. Paciente hígido, ECOG 0, sem comorbidades, não tabagista, com funções hepática e renal normais e hemograma normal.
Nesse caso, está indicado
Paciente de 67 anos de idade, do sexo masculino, ex-tabagista – parou há três anos; com carga tabágica de 94 anos-maço –, apresenta-se em bom estado geral, ECOG 1, sem outras comorbidades. Apresenta lesão pulmonar suspeita. É realizada biópsia de lesão pulmonar, que revelou tratar-se de carcinoma de células escamosas de pulmão, PD-L1 > 1% e com mutação em KRAS G12C. Exames de imagem revelam doença localmente avançada não candidata a radioterapia nem a outro tratamento localizado.
Nesse caso, qual é o tratamento sistêmico mais apropriado?
Paciente do sexo feminino, de 56 anos de idade, apresenta diagnóstico de câncer de pulmão de pequenas células, com metástases hepáticas. Apesar de metastática, a doença é oligossintomática, e a paciente apresenta ECOG de 1. Nega doenças autoimunes ou uso de corticosteroides sistêmicos. Hemograma, função hepática e renal normais.
Nesse caso, qual é o tratamento mais apropriado?