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De acordo com as diretrizes internacionais, qual é a idade adequada para o início do rastreamento do câncer colorretal em indivíduos sem suspeita para síndromes hereditárias de câncer?
Paciente de 83 anos de idade, do sexo masculino, tabagista – carga tabágica de 70 anos-maço –, apresenta-se em consulta com história de dificuldade para deglutição há três meses, progressiva, sendo que atualmente tem dificuldade inclusive para líquidos e alimentos pastosos. Refere perda de peso de 30 kg (peso normal: 102 kg, peso atual: 72 kg). É dependente de O2 devido a doença pulmonar obstrutiva crônica, e familiares referem infarto agudo do miocárdio há dois meses, com a colocação de dois stents. Tem antecedentes de doença de Alzheimer, sendo incapaz de autocuidado, e passa mais de 50% do dia acamado. Familiares apresentam laudo de endoscopia digestiva alta, que mostra lesão vegetante em transição esofagogástrica (TEG), com obstrução da luz, PET-CT com captação elevada na topografia da TEG, linfonodos locorregionais proeminentes e múltiplas metástases hepáticas. O anatomopatológico da lesão revela adenocarcinoma moderadamente diferenciado. Imuno-histoquímica: HER2 negativo (0+/3+) e CPS de 1,0. Exames de laboratório: Hb: 11,5 g/dL; C: 2.1 mg/dL; TGO: 112??U/L; TGP: 126??U/L; fosfatase alcalina: 118 U/L; CEA: 40 ng/mL.
Com base no quadro clínico do paciente, a conduta correta é indicar
A profilaxia de náuseas e vômitos é essencial no tratamento oncológico. Em pacientes em uso de sacituzumabe govitecana, está indicado, para essa profilaxia, o uso de
Paciente de 57 anos de idade, do sexo feminino, apresenta diagnóstico de câncer de mama, com metástases ósseas exclusivas. Apresenta, há uma semana, dor em região de articulação coxofemoral à direita, de forte intensidade, não controlada, em área previamente irradiada devido a risco de fratura em cabeça do fêmur por lesão metastática. Vem fazendo uso de dipirona (1 g VO de 6 em 6 horas), morfina de liberação lenta (30 mg VO de 12 em 12 horas) e gabapentina (300 mg VO de 8 em 8 horas) em casa, com melhora parcial e fugaz da dor. Há um dia, sente piora significativa da dor, que a paciente classifica como 10/10 pela escala analógica visual. Não tem conseguido dormir nem se alimentar devido ao quadro álgico.
Nesse caso, a conduta mais apropriada é
Paciente de 65 anos de idade, portadora de melanoma metastático, está em tratamento com ipilimumabe e nivolumabe. Em exame de rotina, apresenta: TSH: 8,9 mUI/L (normal: de 0,4 a 4,5 mUI/L) e T4L: 1,5 ng/dL (normal: de 0,7 a 1,8 ng/dL).
A paciente refere sentir-se bem, assintomática. Nesse caso,