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Homem de 72 anos dá entrada no pronto-socorro com dispneia com piora progressiva. Ele refere uma sensação subjetiva de “inchaço” facial do lado direito, sem rouquidão, estridor ou disfagia. Ao exame físico, não há distensão venosa cervical ou da parede torácica, nem edema facial. A tomografia de tórax com contraste é realizada e observa-se um tumor de 3,2 cm que exerce efeito de massa extrínseco e resulta em estreitamento quase completo da veia cava superior; o exame também mostra estruturas venosas colaterais proeminentes no tórax, bem como adenopatia hilar patológica do lado direito.

O próximo passo de escolha no manejo desse paciente é:
Homem de 74 anos procura atendimento médico com queixas de náuseas, poliúria e sonolência há 12 dias. Não há antecedentes médicos dignos de nota nem uso de medicamentos. O paciente mora com a esposa, é autossuficiente, faz uso de bebida alcoólica ocasionalmente e é ex-fumante. O exame físico não revela nenhuma anormalidade neurológica focal, mas ele apresenta um desempenho insatisfatório em uma breve avaliação cognitiva. O ECG e a radiografia de tórax não apresentam alterações significativas. Exames séricos: cálcio sérico corrigido: 13,4 mg/dL; hormônio da paratireoide: 1,1 pmol/L (normal: 1,6 a 6,9); proteína relacionada ao PTH (PTHrP): 0,1 pmol/L (normal: < 1,8); 25-hidroxivitamina D: 83 nmol/L (normal: 20 a 100).

A causa subjacente mais provável da evolução desse paciente é:
Mulher de 72 anos, com diagnóstico recente de câncer de pulmão do tipo não pequenas células metastático, manifesta preocupação com dor nas costas na região torácica média que tem progredido lentamente ao longo de várias semanas. A dor piora ao espirrar e ao acordar pela manhã. Ela nega déficit neurológico. Ao exame físico: nota-se dor à palpação na linha média da região torácica posterior. A ressonância magnética mostra múltiplas lesões com aumento do sinal em T2 nos corpos vertebrais torácicos e lombares, compatíveis com doença óssea metastática. No corpo vertebral T10, observam-se uma lesão metastática com extensão epidural posterior, estenose do canal vertebral e leve compressão medular.

Nesse momento, qual é a terapia de escolha para essa paciente?
As gamopatias monoclonais compõem um espectro que inclui MGUS (gamopatia monoclonal de significado indeterminado), mieloma múltiplo indolente (SMM) e mieloma múltiplo ativo, sendo que biomarcadores “SLiM” redefiniram, desde 2014, um subgrupo de SMM como mieloma pela alta probabilidade de dano a órgão em curto prazo. Considerando as diretrizes do IMWG e dados de risco de progressão, assinale a alternativa correta sobre critérios diagnósticos e risco de evolução nesses precursores do mieloma múltiplo:

O câncer de mama é o mais comum entre as mulheres no Brasil e no mundo – depois do câncer de pele não melanoma – e responde por cerca de 25% dos novos casos a cada ano. O rastreamento desse câncer é extremamente eficaz para detectar a doença no estágio inicial, o que aumenta a gama de opções terapêuticas, reduzindo a morbidade do tratamento e a mortalidade pela doença.



De acordo com as recomendações para o rastreamento do câncer de mama no Brasil do Colégio Brasileiro de Radiologia, da Sociedade Brasileira de Mastologia e da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia, assinale a alternativa correta.